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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO dólar fechou em queda de 0,58% nesta terça-feira (20), cotado a R$ 5,0188. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 1,57%, aos 208.302 pontos.
Sem grandes destaques na agenda econômica local, as atenções se voltaram para o noticiário internacional, que contou com novos dados americanos e preocupações com a situação fiscal da Europa, em meio aos protestos que têm tomado conta da região. O quadro eleitoral brasileiro também seguiu no radar.
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Tensão na Europa
No exterior, a onda de protestos vista na Europa voltou a levantar preocupações. O movimento, iniciado por estudantes em meados de setembro com reivindicações sobre o sistema educacional, ganhou adesão de sindicatos e novas demandas, reunindo mais de meio milhão de pessoas na França. Protestos menores também aconteceram na Bélgica, na Itália e em Portugal.
Na véspera, as taxas de juros dos títulos públicos da França com vencimento em 10 anos atingiram 4,95%, uma das piores marcas do ano.
Dados dos EUA
Na agenda econômica, destaque para novos dados de atividade nos Estados Unidos. A construção de residências unifamiliares nos EUA e as licenças para obras futuras caíram de forma acentuada em setembro, à medida que as taxas de juros mais altas das hipotecas reprimiram a demanda e que o investimento residencial retomou a tendência de queda no terceiro trimestre.
Petróleo
Investidores também monitoraram os preços do petróleo no mercado internacional. As cotações inverteram o sinal positivo visto pela manhã e tinham queda no início da tarde, após a Agência Internacional de Energia sinalizar que está pronta para uma nova liberação das reservas da commodity se necessário.
O barril do Brent, referência internacional, caiu 0,43%, cotado a US109,08.JaˊoWestTexasIntermediate(WTI),refere^ncianosEUA,recuou1,80 101,79 o barril. Mais cedo, o petróleo teve a maior cotação em cinco meses.
O recuo ocorreu depois que o contrato de referência europeu chegou a superar os US$ 111 por barril durante a sessão, seu nível mais alto desde maio. Os operadores reagiram a informações de imprensa sobre contatos entre Washington e Teerã para destravar a crise regional.
Cenário eleitoral e valor de mercado
Por aqui, o cenário eleitoral continuou no radar, após notícias de que as campanhas de Lula e Flávio estariam recalibrando as rotas para tentar ganhar os eleitores indecisos.
Ainda no Brasil, o valor de mercado consolidado das empresas listadas na B3 aumentou R515bilho~esnosprimeiros13prego~esdeoutubro,passandodeR 5,139 trilhões, no encerramento de setembro, para R$ 5,65 trilhões na segunda-feira (19). O crescimento de 10,02% representa o quarto maior ganho nominal mensal desde janeiro de 2020, segundo levantamento da Elos Ayta.
Wall Street e Europa
Em Wall Street, os principais índices acionários americanos fecharam em alta nesta terça-feira, superando a fraqueza inicial das ações ligadas à inteligência artificial e conforme investidores repercutiam a queda nos preços do petróleo e novos dados econômicos.
No final das negociações, o Dow Jones subiu 1,05%, enquanto o S&P 500 avançou 0,31% e o Nasdaq Composite teve ganhos de 0,03%.
Na Europa, a maioria das bolsas fechou em queda, em meio à continuidade dos protestos e novas preocupações econômicas na região. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,14%, para 634,64 pontos, enquanto o CAC-40, da França, perdeu 0,38%. Entre os demais índices da região, o DAX, da Alemanha, recuou 0,06% e o FTSE 100, do Reino Unido, desvalorizou 0,29%.
Ásia
Na Ásia, as ações chinesas fecharam mistas, após Pequim ter mantido as taxas de juros do país inalteradas. Dados mais sólidos da economia chinesa também diminuíram expectativas de novos estímulos por parte do governo.
O SSEC, Índice de Xangai, teve alta de 0,1%, enquanto o CSI300, que reúne grandes empresas chinesas, caiu 0,5%. No Japão, o Nikkei recuou 1,3%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 3,73%. O Hang Seng, de Hong Kong, teve perdas de 1,32%.
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