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3° dia de fracasso do novo rodízio em SP tem congestionamento e estações cheias

No terceiro dia em vigor do rodízio ampliado na cidade de São Paulo para conter a propagação do coronavírus, a capital paulista registrou apenas 1 km de congestionamento no horário de pico do trânsito, das 7h às 9h. O prefeito Bruno Covas, afirmou em coletiva nesta quarta-feira (13) que já se comprometeu a suspender o rodízio apenas quando o índice de isolamento da cidade voltar a ser entre 50 a 60%.

“O índice de isolamento, que era de 46% nesta sexta-feira, foi de 49,3% nesta segunda-feira (11). Um aumento de quase 10% em relação ao índice de sexta-feira. Mostra que estamos no caminho de voltar aos 55% e 60%, que nós tínhamos no começo da quarentena. Eu já me comprometi, voltando a este índice, a gente volta a suspender o rodízio na cidade de São Paulo”, afirmou Covas.

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Trens do Metrõ e da CPTM amanheceram mais lotados após rodízio ampliado em SP — Foto: Aldieres Batista/G1

Porém as estações e trens de Metrô e da CPTM estão cada vez mais cheias. Mas a prefeitura diz que o aumento de público nos ônibus municipais variou pouco, entre 3% e 6%, em relação à semana anterior.

Com novo decreto de rodízio ampliado, só podem sair às ruas em dias pares carros com placas de final par e, em dias ímpares, apenas placas de carros de final ímpar. Médicos e profissionais de serviços essenciais estão fora do rodízio, mediante cadastro em um e-mail da Prefeitura.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), na manhã desta quarta-feira (13), o índice de congestionamento na cidade de São Paulo foi inferior ao do mesmo dia da semana anterior. Nesta quarta, os picos de congestionamento foram de 1 km, às 7h30 e às 9h. Nos demais horários, não houve registro de nenhum quilômetro de congestionamento.

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O registro de maior lentidão no trânsito, foi às 8h, com 4 km. 

Segundo a Prefeitura, 1,5 milhão de veículos deixaram de circular diariamente nas ruas. O índice de isolamento social, que era de 46% na última sexta-feira, passou para 49% na segunda-feira (11), situando-se dois pontos percentuais acima da média do Estado de São Paulo. Porém, o que se viu foram estações de ônibus e de Metrô mais lotadas do que o normal, já que as pessoas deixaram os carros em casa e tiveram que passar a usar o transporte público.

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O número de passageiros nos ônibus municipais,  teve uma leve elevação, de apenas 3% em relação à queda de transportados nas últimas semanas da quarentena, segundo a Prefeitura.

A prefeitura afirma que o rodízio é uma medida necessária para ajudar a cidade a atingir índices entre 55% e 60%, marca fundamental para se manter achatada a curva de casos de Covid-19 e garantir que o sistema de saúde possa prestar o atendimento à população.

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A diminuição de 1,5 milhões de veículos das ruas, segundo Covas, “significa 1,9 milhões de pessoas deixando de circular de carro”.

A medida entrou em vigor a partir da meia-noite desta segunda (11). O objetivo da prefeitura é restringir a circulação para que a taxa de isolamento social fique acima de 60%. No domingo, a capital paulista registrou taxa de isolamento de 53%.

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A SPTrans contabilizou um percentual de passageiros de 37% dos 9 milhões transportados, em média, por dia útil, antes da quarentena, enquanto a frota foi reforçada e está em 65,5%.

 
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