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Morte de homem espancado no Carrefour não foi racismo, afirma delegada

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Em entrevista para a Folha, a delegada Roberta Bertoldo, responsável pela investigação do homicídio de João Alberto Silveira Freitas, afirmou nesta sexta-feira (20) que o crime não se trata de racismo.

“Foi verificado junto à perícia que provavelmente ele tenha morrido por asfixia ou ataque cardíaco. O dois seguranças que agrediram ficaram em cima dele, aquilo dificultou a respiração dele. Quando falamos em asfixia não significa necessariamente estrangulamento, mas aquela forma de contenção de ficar em cima dele fez com que tivesse dificuldade de respirar e pode ter ocasionado um ataque cardíaco. Aguardamos o laudo oficial, mas são indícios preliminares a partir de sinais identificados pela perícia no corpo dele”, disse Bertoldo à Folha.

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Nas redes sociais, internautas estavam afirmando que, pelo fato de Freitas ser negro, o sua morte teria sido por conta de “racismo”.

Roberta é da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Porto Alegre.

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João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na noite desta quinta-feira (19). Ele foi agredido em uma unidade do supermercado Carrefour.

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