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Covidão: Prefeitura de Batalha (PI) é suspeita de irregularidades em pregões

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Covidão Prefeitura Batalha irregularidades

A Controladoria-Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas (TCE) e a Polícia Civil do Piauí deflagraram hoje (25) a Operação Entrelaçados, com o objetivo de combater irregularidades, praticadas pela Prefeitura Municipal de Batalha (PI) na compra de equipamentos de proteção individual, suprimentos hospitalares, medicamentos e testes rápidos para detecção da covid-19.Cinco servidores da CGU, quatro do TCE/PI e 27 policiais civis cumprem, neste momento, 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Barras (PI), José de Freitas (PI) e Teresina (PI), além do afastamento da função pública do pregoeiro e presidente da Comissão de Licitação de Batalha (PI).

A investigação tem por base relatório feito pela Polícia Civil do Piauí, apresentado ao Ministério Público Estadual e encaminhado por meio da Promotoria de Justiça de Batalha (PI). A partir do relatório, a CGU fez levantamentos adicionais, analisando o Pregão Presencial nº 19/2020.

“A licitação foi do tipo menor preço por item, envolveu o valor total de R$ 1.242.694,00 e foi referente à aquisição de 33 itens, entre equipamentos de proteção individual, suprimentos hospitalares, medicamentos e testes rápidos para detecção da covid-19. A aquisição foi custeada com recursos federais do Fundo Nacional de Saúde”, informa a CGU.

De acordo com o órgão, as análises revelaram sobrepreço na contratação, estimado em R$ 696.536,00, vínculos entre as empresas contratadas, ausência de pesquisa de preços para a definição dos valores máximos admitidos para os 33 itens licitados, além de irregularidades no processo licitatório.

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“Quando tratadas em conjunto, representam forte indício de ter havido atuação em conluio entre os licitantes e o pregoeiro, que pode ter sido o causador do referido prejuízo aos cofres públicos”, acrescenta a CGU ao informar que a contratação com preços superiores aos praticados no mercado representa desperdício de recursos públicos.

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