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‘Trafigata’ volta para prisão após violar monitoramento eletrônico

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Apelidada de “trafigata” e acusada de tráfico de drogas em Curitiba, Camila de Andrade Pires Marodim voltou a ser presa nesta quinta-feira (10). Ela estava em regime domiciliar desde o fim de 2021.

A prisão preventiva foi pedida pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) na terça-feira (8), que acusa Camila de violar as regras da tornozeleira eletrônica.

Camila está presa na Delegacia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

“Trafigata” é acusada de chefiar uma organização criminosa, ligada ao tráfico de drogas, que, conforme o MP-PR, mascarou o patrimônio de veículos de luxo e propriedades, avaliados em cerca de R$ 4 milhões. Em janeiro, ela escapou de um atentado em Curitiba.

Ao pedir o retorno da acusada para o regime fechado, o promotor Alfredo Andreazza Dal Lago afirma que “as medidas cautelares alternativas à prisão preventiva não se mostram adequadas e proporcionais à periculosidade concreta e a contumácia delitiva da acusada, sendo insuficientes para a garantia da ordem pública”.

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No pedido de prisão, o MP-PR cita que a acusada violou quinze vezes o monitoramento eletrônico. Em seis vezes Camila teria saído do perímetro de monitoramento e em nove deixou o equipamento sem bateria.

Camila é acusada de liderar uma quadrilha de mais de 30 pessoas – entre elas, um adolescente – que auxiliavam no esquema de tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro.

O grupo integrado por ela foi denunciado pelo MP-PR por comandar o tráfico de drogas na região de Curitiba e no litoral do Paraná.

Segundo a denúncia, Camila e o marido usavam “laranjas” para mascarar o patrimônio de veículos de luxo e propriedades, avaliados em cerca de R$ 4 milhões.

Em 31 de janeiro, em prisão domiciliar, ela sofreu um atentado a tiros, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. O marido de Camila foi morto durante a festa de aniversário de um dos filhos do casal, em novembro do ano passado, poucos dias antes de ela ser presa na operação da PM.

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Camila foi presa, em novembro do ano passado, em uma operação da Polícia Militar (PM) contra uma quadrilha responsável pelo tráfico de drogas. Nessa operação, uma pessoa morreu e 15 foram presas, contando com ela.

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