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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Câmara dos Vereadores de Praia Grande, no litoral de São Paulo, averígua o pedido de cassação contra o vereador Whelliton Silva (PL), denunciado por estupro, “rachadinha” e abuso de autoridade. Ele nega as acusações. O político é ex-jogador de futebol, com passagens por Flamengo e Santos.
Segundo o G1, o pedido foi apresentado pela moradora Letícia Almeida Holanda de Albuquerque. Segundo a vítima, o suposto estupro gerou um “grave abalo psicológico, resultando em pensamentos suicidas e internação de urgência”.
Na denúncia protocolada por Letícia, há a alegação de uso de medicamentos, além da proibição de bebidas alcoólicas. Mesmo ciente desta situação, o político teria oferecido as substâncias e a levou para o apartamento dele, onde teria acontecido o estupro.
Além da suposta agressão sexual, Whelliton teria prometido a Letícia um emprego como assessora parlamentar, com o salário em torno de R$ 2,4 mil por mês.
A análise dos casos será de responsabilidade do presidente da Legislativo, Cadu Barbosa (PTB), além dos vereadores Hugulino Alves Ribeiro (PSDB) e Romulo Brasil Rebouças (Podemos).
De acordo com o político, a denúncia de estupro foi motivada por vingança, já que a denunciante acabou não sendo nomeada assessora “por incompetência”. Sobre a “rachadinha”, Whelliton disse por meio de nota que “é um outro absurdo. Como pode haver este ilícito, se nem mesmo houve nomeação. As acusações de abuso de poder, que segundo ela eu utilizei meu cargo para acionar a Guarda Municipal, são até um insulto à nossa valorosa GCM“.
O vereador ainda disse que a denúncia é irresponsável e armada. Além disso, declarou estar tranquilo em relação ao episódio. “Quanto a abertura de comissão de ética para apurar um fato que não tem nenhuma prova, digo nenhuma prova, estou muito tranquilo”.