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DF: Polícia abre inquérito para descobrir se estuprador lulista faz parte de rede de pedofilia

Foto: Reprodução/Redes sociais

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O analista de TI, lulista Daniel Moraes Bittar, agora será investigado por supostamente integrar uma rede de pedofilia. Ele foi denunciado pelo MP nesta segunda-feira (10) pelos crimes de cárcere privado, dano, ameaça, registro e compartilhamento de cena de sexo com criança, além de estupro de vulnerável de uma menina de 12 anos.

A Polícia Civil do DF instaurou um novo procedimento para apurar se ele alimentava com fotos e vídeos algum grupo criminoso. A decisão foi tomada após os investigadores concluírem um inquérito sobre a prisão do lulista.

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Um possível indício de que ele alimentava uma rede de pedófilos, que chamou a atenção dos investigadores da Polícia Civil do DF, foi o fato de Daniel Moraes Bittar ter filmado a menina raptada e enviado os vídeos para a namorada Geisy Souza, que também denunciada pelo MP pelos mesmos crimes.

Agora, a polícia aguarda a perícia em computadores e celulares de Bittar e de Geisy, que foram apreendidos no apartamento dele.

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O casal Bittar e Geisy é acusado de sequestrar uma menina de 12 anos em Luziânia, Goiás, e mantê-la por pelo menos 11h no apartamento dele, na Asa Norte, em Brasília.

 No local, a criança foi agredida e abusada sexualmente.

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