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Morre Clara Charf, considerada uma das maiores militantes da esquerda no Brasil

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Clara Charf, militante de longa trajetória política e ex-companheira do guerrilheiro Carlos Marighella, morreu nesta sexta-feira (3) aos 100 anos em São Paulo. De acordo com a Associação Mulheres pela Paz, que presidia, a causa da morte foi natural. Nos últimos dias, ela estava internada e intubada.

Clara iniciou sua militância política jovem, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) aos 21 anos e integrou a Ação Libertadora Nacional (ALN), organização fundada por Marighella em 1967. O relacionamento dos dois durou de 1948 até o assassinato de Marighella, em 1969, durante a ditadura militar.

Após a morte do parceiro, Clara viveu no exílio em Cuba por dez anos, utilizando identidade falsa, e retornou ao Brasil em 1979, após a promulgação da Lei da Anistia. No país, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e concorreu ao cargo de deputada federal em 1982, sem sucesso.

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Além da militância partidária, Clara presidiu a Associação Mulheres pela Paz, integrou o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e a Secretaria de Mulheres do PT. Nos últimos anos, residia em São Paulo com sua irmã caçula, Sara Grinspum, de 94 anos. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro.

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