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O Brasil passou a integrar, pela primeira vez, o grupo de países classificados com muito alto desenvolvimento humano, segundo o Radar IDHM 2024, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O país alcançou Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,805.
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De acordo com o relatório, a Educação apresentou o maior avanço entre os indicadores analisados, com crescimento médio anual de 1,35% entre 2012 e 2024. A coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD Brasil, Betina Barbosa, afirmou que programas sociais contribuíram para o resultado.
O estudo também aponta diferenças entre grupos raciais. O IDHM da população branca foi de 0,851, enquanto o da população negra ficou em 0,774. Segundo Betina Barbosa, a redução dessas desigualdades é um dos desafios para o desenvolvimento do país.
Distrito Federal lidera ranking do IDHM
O Distrito Federal registrou o maior IDHM do país, com índice de 0,866, além da maior renda média domiciliar per capita, de R$ 4.538 em 2025. O Maranhão apresentou o menor IDHM nacional, com 0,745, classificado ainda na faixa de “alto” desenvolvimento humano. Outras nove unidades da federação também aparecem no grupo de muito alto desenvolvimento humano.
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PIB dos estados
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil foi estimado em R$ 12,7 trilhões em 2025. Segundo os dados consolidados de 2023 por unidade da federação, a região Sudeste concentrou 53% da riqueza nacional.
Confira o ranking do PIB dos estados:
1º São Paulo: R$ 3,44 trilhões (31,5% do PIB)
2º Rio de Janeiro: R$ 1,17 trilhão (10,7%)
3º Minas Gerais: R$ 971,9 bilhões (8,9%)
4º Paraná: R$ 670,9 bilhões (6,1%)
5º Rio Grande do Sul: R$ 650,1 bilhões (5,9%)
6º Santa Catarina: R$ 513,3 bilhões (4,7%)
7º Bahia: R$ 430,9 bilhões (3,9%)
8º Distrito Federal: R$ 365,6 bilhões (3,3%)
9º Goiás: R$ 336,7 bilhões (3,1%)
10º Mato Grosso: R$ 273,0 bilhões (2,5%)
11º Pernambuco: R$ 270,4 bilhões (2,5%)
12º Pará: R$ 254,5 bilhões (2,3%)
13º Ceará: R$ 232,2 bilhões (2,1%)
14º Espírito Santo: R$ 209,8 bilhões (1,9%)
15º Mato Grosso do Sul: R$ 184,4 bilhões (1,7%)
16º Amazonas: R$ 161,7 bilhões (1,5%)
17º Maranhão: R$ 149,2 bilhões (1,4%)
18º Rio Grande do Norte: R$ 101,7 bilhões (0,9%)
19º Paraíba: R$ 96,9 bilhões (0,9%)
20º Alagoas: R$ 89,6 bilhões (0,8%)
21º Piauí: R$ 80,9 bilhões (0,7%)
22º Rondônia: R$ 76,4 bilhões (0,7%)
23º Tocantins: R$ 64,3 bilhões (0,6%)
24º Sergipe: R$ 60,8 bilhões (0,6%)
25º Amapá: R$ 28,0 bilhões (0,3%)
26º Acre: R$ 26,2 bilhões (0,2%)
27º Roraima: R$ 25,1 bilhões (0,2%)
