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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO influenciador digital Matheus Di Bernardi Martins, de 24 anos, conhecido no meio digital como “Spoteff”, foi preso nesta terça-feira (30) em Florianópolis. Ele é investigado por aliciar e extorquir crianças e adolescentes na internet, utilizando como isca moedas virtuais do jogo Roblox e promessas de aumentar o número de seguidores das vítimas.
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De acordo com a Polícia Civil, o suspeito atraía os menores prometendo as recompensas em troca de fotos e vídeos de conteúdo íntimo. Após obter o material, ele passava a coagir as vítimas, ameaçando expor as imagens aos familiares para conseguir novos arquivos. Durante a operação, os policiais também encontraram, no computador do investigado, vídeos de exploração sexual infantojuvenil.
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(Instagram)
A Operação “Game Over”
A ação foi coordenada pela Polícia Civil de São Paulo e contou com o apoio das forças de segurança de Santa Catarina. O influenciador foi preso em sua residência, localizada no bairro Capoeiras, na região continental de Florianópolis.
Além do cumprimento do mandado de prisão temporária por estupro de vulnerável virtual, os agentes lavraram um auto de prisão em flagrante devido aos conteúdos ilícitos encontrados no local. Os equipamentos eletrônicos apreendidos serão submetidos a perícia técnica.
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Identificação das vítimas
Segundo o delegado Renan Balbino, a investigação inicial identificou formalmente duas vítimas do influenciador. No entanto, com a análise do material apreendido na casa do suspeito, a polícia não descarta a possibilidade de surgirem novas denúncias sobre outros menores aliciados.
O investigado utilizava plataformas como Instagram, TikTok, YouTube e Discord para cometer os crimes, redes onde acumula mais de 200 mil seguidores no total. Nesses perfis, sob o codinome “Spoteff”, ele produzia e divulgava conteúdos voltados a jogos virtuais.
O que diz a defesa
Em nota, a defesa do investigado afirmou que os fatos serão “oportunamente analisados e esclarecidos no âmbito do processo judicial, foro legítimo para a produção de provas e para o exercício do contraditório e da ampla defesa”. A defesa declarou ainda que o cliente “permanece à disposição das autoridades” e ressaltou que o processo tramita sob segredo de Justiça.