Destaques

Social-democratas têm vantagem na contagem das eleições na Alemanha

Olaf Scholz dos Social-democratas avançou à frente dos conservadores da chanceler Angela Merkel em uma eleição sem precedentes apertada que ainda está para decidir quem vai liderar a maior economia da Europa.

O SPD de Scholz, o favorito nas últimas semanas da campanha, deve ganhar 26% dos votos, de acordo com uma projeção da ZDF no domingo, enquanto os democratas-cristãos sob Armin Laschet têm 24,5%. Os dois homens disseram que pretendem liderar o próximo governo do país.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Sob aplausos de seus apoiadores na sede do partido, o líder do SPD disse que está claro que os eleitores o querem como chanceler, mas ele ainda enfrenta meses de negociações e incertezas antes de tornar isso uma realidade. Um desafiador Laschet insistiu que ele também tentará formar uma coalizão, embora seu partido tenha sofrido seu pior resultado ao cair para menos de 30%. “Faremos tudo que pudermos para formar um governo federal”, disse ele a apoiadores.

Depois de 16 anos sob a liderança centrista pragmática de Merkel, o resultado da votação terá amplas implicações para a Europa e o Ocidente. A contagem continuará noite adentro e na segunda-feira os dois candidatos começarão a cortejar ativamente os verdes e os democratas livres pró-negócios.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Após o resultado, o líder do FDP, Christian Lindner, propôs conversas com os verdes que poderiam resolver suas consideráveis ​​diferenças políticas antes de se envolverem com os dois maiores partidos. O FDP tem mais em comum com os democratas-cristãos do que o SPD, acrescentou.

“Não há um manual para essa situação”, disse Arne Jungjohann, cientista político da Fundação Heinrich Boell, que é filiada aos Verdes.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Laschet está se apegando, mas o clima era sombrio na sede da CDU em Berlim, onde os ativistas estavam digerindo a perspectiva de que os conservadores podem não ser mais o maior partido. Várias pessoas cobriram a boca em aparente descrença quando as urnas foram divulgadas e o único momento de leve encorajamento veio com indicações de que o SPD não será capaz de formar uma maioria incluindo a esquerda.

O cenário político fragmentado significa que três partidos seriam necessários para garantir a maioria no parlamento alemão pela primeira vez em décadas.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Os Verdes, que são o parceiro favorito do SPD, ficaram em terceiro lugar, com a ZDF projetando 13,9% – seus melhores resultados de todos os tempos. O partido provavelmente desempenhará um papel de reitor ao lado dos Democratas Livres, que obtiveram 11,7% dos votos. A esquerda anticapitalista ficou com 5% e a alternativa de extrema direita para a Alemanha com 10,5%. Ambos parecem dispostos a assumir um papel na oposição.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

© 2024 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile