Economia

Em 1º pregão do ano, dólar oscila e chega a R$ 6,20

Thomas Breher/Pixabay

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão.
Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]

O dólar comercial iniciou o 1º pregão de 2025 nesta quarta-feira (2/1) cotado a R$ 6,17, mas logo reverteu a tendência de queda e, às 09h18, alcançou R$ 6,2002. A variação ocorreu em um dia de agenda esvaziada, apesar de marcar o início do mandato de Gabriel Galípolo à frente do Banco Central.

No último pregão de 2024, na segunda-feira (30), a moeda norte-americana havia fechado em R$ 6,17, após atingir R$ 6,24 no início da tarde.

A alta levou o Banco Central a realizar um leilão, que resultou em uma queda de 0,22% no valor da moeda até o fim do dia. Essa foi a 14ª intervenção da autoridade monetária em dezembro para conter a valorização do dólar.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Ao longo de 2024, a moeda americana acumulou uma valorização de 27,36% frente ao real, a maior oscilação anual desde 2020, quando subiu 29,3%. A desvalorização do real em 2024 superou a do peso argentino. Esse cenário levou o mercado financeiro a revisar suas previsões para 2025. Se no início de 2024 a expectativa era de que o dólar fechasse o ano em R$ 5,00, agora as previsões apontam para R$ 5,90.

VEJA TAMBÉM

Destaques

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]Um coronel da Força...

Esportes

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] A NFL voltou...

Entretenimento

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O Governo Lula mudou...

Mundo

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]Uma operação militar altamente...

© 2026 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile