Coronavírus

Canadá registra 1ª morte “possivelmente” relacionada à vacina de Oxford

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Nesta terça-feira (27), o Canadá anunciou a morte de uma mulher de 54 anos que faleceu após receber a vacina de Oxford e ter uma trombose cerebral.

O Hospital Universitário McGill, em Montreal, emitiu uma nota dizendo que o óbito está “possivelmente” ligado ao imunizante da AstraZeneca/Oxford, apesar de ainda estar aguardando os resultados dos testes para confirmar essa conexão. 

O Ministério da Saúde do país autorizou o uso da vacina contra Covid-19 da farmacêutica anglo-sueca para os maiores de 18 anos, embora algumas províncias tenham decidido limitar as idades por medo de casos de coágulo sanguíneo.

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Desde então, as autoridades sanitárias relataram vários casos de trombose possivelmente ligados ao imunizante, mas em todos os casos os pacientes se recuperaram. Essa foi a primeira morte relacionada à vacina de Oxford no país.

O secretário de Saúde da província de Quebec, Horacio Arruda, ressaltou em entrevista coletiva que esse tipo de efeito colateral é muito incomum. “O risco é de um a cada 100 mil”, afirmou.

Outras autoridades também reiteraram que os benefícios superam os riscos potenciais da vacina da AstraZeneca.

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Na última sexta-feira, 23, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, de 49 anos, e a esposa, Sophie Grégoire, de 45, receberam a primeira dose justamente do imunizante desse laboratório.

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