Coronavírus

Terceira dose da AstraZeneca/Oxford dobra nível de anticorpos, aponta estudo

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Uma terceira dose da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o novo coronavírus tem potencial de dobrar o nível de anticorpos em pessoas entre 18 e 55 anos.

O estudo publicado na quarta-feira (1º) e envolve um pequeno número de voluntários do Reino Unido.

Foram analisados 75 participantes receberam a segunda dose em um intervalo de oito a 16 semanas após a primeira. A terceira dose foi administrada entre 28 e 38 semanas após a segunda (6 a 9 meses).

28 dias após a 3ª  injeção, os pesquisadores mediram os níveis de anticorpos contra a Covid-19 destes participantes e constataram que um aumento de 109% nestes títulos quando comparados com 73 pessoas que não haviam recebido a dose extra.

A resposta celular, outro componente importante da defesa conta a Covid, também teve aumento significativo em um grupo de 15 voluntários analisados.

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Os cientistas constataram ainda que os títulos de anticorpos neutralizantes após uma terceira dose foram maiores contra as variantes Alfa (Reino Unido), Beta (África do Sul) e Delta (Índia).

O grupo estudou também casos de pessoas que receberam a segunda dose 45 semanas (cerca de dez meses) após a primeira:

“Descobrimos que uma longa extensão do intervalo entre as doses (até 45 semanas) entre a primeira e a segunda dose aumenta ainda mais a resposta imunológica à segunda dose, em comparação com intervalos de dose mais curtos”.

Esta pode ser uma estratégia interessante para países onde há escassez de vacinas, sublinham os autores.

“Nós mostramos anteriormente que a proteção contra covid-19 sintomático é mantida após uma única dose de ChAdOx1 nCoV-19 [nome científico da vacina] por pelo menos 3 meses, apesar de alguma diminuição dos níveis de anticorpos e agora relatamos que os níveis de anticorpos permanecem acima da linha de base por pelo menos 1 ano após a imunização com dose única”, acrescentam os pesquisadores.

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Todavia é preciso saber que apenas uma dose não é suficiente para evitar o adoecimento de pessoas infectadas pela variante Delta, o que justifica a preocupação das autoridades para que todos completem o esquema vacinal.

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