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Em sua despedida do Brasil antes da viagem para a Copa do Mundo de 2026, a seleção comandada por Carlo Ancelotti goleou o Panamá por 6 a 2 neste domingo (31), no Maracanã, diante de 72 mil torcedores (0†L19-L21). O placar elástico, construído com gols marcados por oito jogadores diferentes, serviu como um importante teste para o grupo e para dar ritmo de jogo aos atletas que ficaram no banco de reservas.
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O início avassalador e o susto do empate
A partida mal havia começado e o placar já estava em movimento. Com apenas 50 segundos de jogo, Vini Jr. acertou um chutaço de fora da área e fez o Maracanã explodir (4†L8-L10). A alegria, no entanto, durou pouco. Aos 13 minutos, Murillo cobrou falta e a bola desviou na barreira, enganando o goleiro Alisson e empatando o jogo para os visitantes (0†L7-L8).
Capitão na área e a virada no primeiro tempo
O Brasil continuou pressionando e, aos 38 minutos, Casemiro completou de cabeça um cruzamento de Vini Jr. após o árbitro marcar impedimento, que foi revisado e validado pelo VAR, garantindo a vantagem brasileira no intervalo (1†L42-L46).
O segundo tempo dos reservas
Ancelotti fez questão de utilizar todo o elenco e promoveu dez substituições no intervalo (0†L12). A mudança deu certo. O time voltou com outra energia. Logo aos 8 minutos do segundo tempo, Rayan, em seu momento de estreia como goleador pela seleção, aproveitou um erro do goleiro panamenho e acertou um belo chute para fazer 3 a 1 (1†L51-L54).
Goleada construída e recado para o futuro
A goleada se consolidou com o quarto gol. Paquetá, que entrou bem no lugar de Matheus Cunha, tabelou com Danilo Santos e soltou uma bomba de fora da área para fazer 4 a 1 (2†L56-L59). Igor Thiago sofreu pênalti e converteu a cobrança para o quinto, enquanto Danilo Santos, o volante do Botafogo, fechou a conta com o sexto gol (2†L59-L61) (2†L67-L68). O Panamá ainda descontou com um belo chute de Harvey, aos 38, mas já era tarde (2†L69-L71).
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O grito que ficou para o fim
Mesmo com a goleada, o momento mais especial da noite veio após o jogo. Com o resultado já definido, o Maracanã inteiro gritou em apoio a Neymar, que acompanhou a partida das arquibancadas devido a uma lesão na panturrilha direita. O coro “Olê, olê, olá, Neymar, Neymar” foi um recado de que o camisa 10 é aguardado para a Copa (1†L74-L76).
