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Trump negocia tarifas com Coreia do Sul e cita outros países abertos a acordos comerciais

(Casa Branca)

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta terça-feira (8) que manteve uma conversa telefônica com o presidente interino da Coreia do Sul, Han Duck-soo, com o objetivo de avançar em acordos bilaterais sobre tarifas, desequilíbrios comerciais e os pagamentos pela presença militar americana na península.

“Temos em nossas mãos a possibilidade de um grande acordo para ambos os países”, adiantou Trump, enquanto confirmava que a equipe negociadora sul-coreana já estava a caminho dos Estados Unidos.

Durante o contato, ambos os líderes discutiram temas sensíveis como o “tremendo e insustentável excedente comercial” sul-coreano com os Estados Unidos, bem como a cooperação em construção naval, uma área de particular interesse para Washington em sua estratégia militar no Pacífico, frente ao crescente poderio naval da China.

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Trump também indicou que entre os pontos tratados figura a “compra em larga escala de gás natural liquefeito (GNL) americano”, uma medida que a Coreia do Sul avalia há meses como mecanismo para reduzir seu superávit comercial com os Estados Unidos.

Outro assunto mencionado foi um projeto conjunto entre empresas sul-coreanas e japonesas para construir um oleoduto no Alasca, iniciativa que Trump apoiou com entusiasmo, embora meios sul-coreanos considerem pouco viável.

Em sua mensagem, o presidente americano enfatizou o papel de seu país na defesa do aliado asiático: “Falamos sobre… o pagamento pela importante proteção militar que brindamos à Coreia do Sul.” Trump afirmou que esses pagamentos começaram durante seu primeiro mandato, mas mencionou que foram rescindidos por “Joe Biden, o sonolento”.

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O mandatário acrescentou que “muitos outros países estão negociando e desejando chegar a um acordo com os Estados Unidos”, reforçando sua ênfase em abordar barreiras não tarifárias como políticas monetárias, marcos regulatórios e impostos indiretos, incluindo o IVA.

Sobre a China, Trump reiterou sua postura firme na disputa comercial: “A China também quer chegar a um acordo, mas não sabe como iniciá-lo. Esperamos sua ligação. Vai acontecer!”, assinalou.

Até agora, vários países manifestaram publicamente sua disposição a negociar e reduzir seus impostos sobre produtos americanos, com o objetivo de evitar represálias ou aliviar tensões comerciais.

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O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse em uma audiência no Senado que a Argentina está entre as nações prontas para negociar. “Temos instruções de dar prioridade a nossos aliados e sócios como Japão e Coreia (do Sul), entre outros”, declarou Kevin Hassett, assessor econômico da Casa Branca, na Fox News.

Na lista também se encontra Israel, que antecipou a entrada em vigor das medidas americanas anunciando a eliminação total de tarifas sobre os bens procedentes dos Estados Unidos. Segundo declarou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, esta decisão responde a uma política de abertura de mercado.

O Vietnã também propôs eliminar todas as tarifas sobre produtos americanos. A oferta foi confirmada pelo governo de Hanói e mencionada por Trump em sua rede Truth Social.

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Por sua parte, o Zimbábue anunciou a suspensão de todas as tarifas aplicadas a produtos dos Estados Unidos. O presidente Emmerson Mnangagwa indicou que a medida busca fortalecer as exportações zimbabuanas para a América do Norte.

Outro país a expressar sua vontade de negociar foi Taiwan, cujo presidente Lai Ching-te propôs iniciar conversas baseadas em um acordo de “tarifa zero”, similar ao Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC).

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