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Um quarto militar americano morreu após ser atingido durante ataques do Irã neste fim de semana, informou o Exército dos Estados Unidos nesta segunda-feira.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM), com sede em Tampa, na Flórida, afirmou que a vítima não resistiu aos ferimentos, depois de ter sido inicialmente listada como gravemente ferida no ataque que atingiu o Kuwait.
As identidades dos militares mortos são mantidas em sigilo até 24 horas após a notificação aos familiares.
“Operações de combate em grande escala continuam e nossos esforços de resposta seguem em andamento”, disse o CENTCOM.
Agora, entende-se que quatro militares americanos ficaram gravemente feridos no ataque. Inicialmente, o CENTCOM havia informado no domingo que três militares haviam sido mortos e cinco ficaram gravemente feridos, enquanto outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões, tendo recebido tratamento e estarem se preparando para retornar às funções.
As vítimas faziam parte de uma unidade do Exército dos EUA responsável pelo controle de suprimentos e logística, segundo uma fonte familiarizada com a situação, relatou a Associated Press no domingo.
O presidente Donald Trump disse ao jornal New York Times na noite de domingo, antes do anúncio da quarta morte, que “três já são três a mais, na minha opinião”, mas acrescentou que “se você olhar para as projeções, eles [o Pentágono] fazem projeções, você sabe, pode ser bem maior do que isso”.
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o general Dan “Raizin” Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, confirmou que “esperamos sofrer mais perdas e, como sempre, trabalharemos para minimizar as baixas dos EUA”.
“Não se trata de uma operação única ou de uma ação de uma noite”, afirmou. “Os objetivos militares atribuídos ao CENTCOM e à Força Conjunta levarão algum tempo para serem alcançados — e em alguns casos será um trabalho difícil e intenso… são operações de combate de grande porte.”
Separadamente, o presidente Trump disse que a campanha contra o Irã deve durar aproximadamente um mês, desde o início dos ataques, em 28 de fevereiro.
“Sempre foi um processo de quatro semanas”, disse Trump ao Daily Mail. “Achamos que serão cerca de quatro semanas. Sempre foi um processo de quatro semanas, então — por maior que seja, é um país grande, levará quatro semanas — ou menos.”
Na mesma entrevista, o presidente afirmou não estar surpreso com o progresso da campanha — exceto pelo fato de que “eliminamos toda a liderança deles – muito, muito mais do que imaginávamos”.
