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Israel anuncia morte de comandante de elite do Hezbollah em ofensiva no Sul do Líbano

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O exército de Israel anunciou nesta quinta-feira (12) a morte de Abu Alí Rayan, comandante da região sul do Líbano da Força Radwan, unidade de elite do grupo armado Hezbollah. Segundo Tel Aviv, a ofensiva sistemática já causou mais de 100 baixas ao grupo e destruiu mais de 60 quartéis gerais da unidade.

Rayan foi eliminado no sábado passado durante um ataque israelense na região de Harof, no sul do Líbano, embora a confirmação só tenha sido divulgada nesta quinta-feira. Ele era considerado a figura central responsável pelas operações de combate da Força Radwan, incluindo recrutamento de agentes e gerenciamento da cadeia de suprimentos de armas da unidade.

Em comunicado, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram que continuarão atuando contra o Hezbollah, grupo que opera sob influência do regime iraniano, e garantiram que não permitirão danos aos cidadãos israelenses. A Força Radwan é descrita pelo exército como o principal instrumento ofensivo do Hezbollah, responsável por ataques e propaganda do grupo.

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O anúncio aconteceu horas após o porta-voz militar israelense, tenente-coronel Nadav Shoshani, informar que o Hezbollah lançou cerca de 200 foguetes e 20 drones contra Israel, simultaneamente com ataques de mísseis balísticos iranianos, em um dos maiores ataques do grupo desde o início da guerra. Israel afirmou ter conseguido interceptar a maioria dos projéteis, com apenas dois ou três impactos diretos e ferimentos leves em alguns civis.

No norte de Israel, moradores de uma vila árabe próxima a Majd el-Kroum relataram danos em suas casas. Khalil Khalil, dono de uma residência atingida, contou que sua família de nove pessoas correu para um abrigo após as sirenes soarem, sofrendo apenas ferimentos leves. “Tivemos muita sorte, graças a Deus, ninguém morreu”, afirmou.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, determinou que o exército se prepare para expandir as operações no Líbano. As autoridades israelenses também ampliaram ordens de evacuação para residentes do sul do Líbano, estendendo o perímetro de segurança além do rio Litani.

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O Hezbollah, por sua vez, afirmou ter atacado sistemas de defesa aérea israelenses perto de Cesareia, onde fica a residência do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em retaliação aos ataques contra cidades e vilarejos libaneses, incluindo os subúrbios do sul de Beirute.

Desde o início do conflito, o Hezbollah disparou mais de 1.000 drones, foguetes e mísseis contra Israel. No Líbano, as autoridades registraram 678 mortos desde o dia 2 de março.

A ofensiva no Líbano ocorre paralelamente à guerra contra o Irã, que já completa 13 dias, provocando a maior crise energética da história do petróleo, com o estreito de Ormuz fechado e queda de produção de pelo menos 10 milhões de barris por dia nos países do Golfo, segundo a Agência Internacional de Energia.

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