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Combustível de aviação sobe 18% e acumula alta de quase 90% em 2026; entenda o impacto nas passagens

(Divulgação)

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A Petrobras aplicou um aumento de 18% no preço do combustível de aviação (querosene) vendido às distribuidoras a partir desta sexta-feira (1º). O reajuste equivale a um acréscimo de R$ 1 por litro.

Essa é a terceira alta seguida do combustível em 2026. Em março, o aumento foi de 9,4%. Em abril, o maior salto: 54,8%.

Com os novos reajustes, o combustível de aviação acumula uma elevação de quase 90% no ano.


Impacto no setor aéreo

O combustível é um dos principais custos das companhias aéreas. Com a sequência de altas, a participação do combustível nos custos operacionais saltou de 30% para 45%.

Isso já começou a pressionar o preço das passagens e levou algumas empresas a reduzirem rotas.

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Parcelamento para reduzir impacto

Assim como no mês passado, a Petrobras disponibilizou uma opção de parcelamento de parte do reajuste em até seis vezes para os clientes. A primeira parcela começa a ser paga em julho de 2026.

Em nota, a estatal afirmou:

“A medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado. Dentro de um contexto excepcional causado por questões geopolíticas, a Petrobras oferece uma alternativa que contribui para a saúde financeira de seus clientes.”


Medidas do governo

Diante do cenário, o governo já adotou medidas para tentar conter os impactos:

  • Redução de impostos sobre o combustível

  • Duas linhas de crédito para as companhias aéreas

Agentes do setor avaliam que o efeito das medidas é limitado diante da sequência de reajustes, mas são satisfatórias para efeitos imediatos.

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Causa da alta

Os aumentos refletem os impactos da crise do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio. O conflito começou no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, resultando no fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

A Petrobras afirmou em nota:

“Nos principais mercados internacionais, onde os preços são ajustados com maior frequência, refletindo de forma imediata as cotações internacionais, os reajustes recentes foram superiores aos observados no Brasil.”

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