Política

Senado exclui armas e munições do “imposto do pecado”

Foto: Brett Hondow/Pixabay

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (11), a exclusão de armas de fogo e munições do imposto seletivo, conhecido como “imposto do pecado”. A medida, inicialmente defendida pelo relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi alterada após intensa articulação política liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Com 16 votos favoráveis contra 10, a mudança beneficia o setor armamentista, que não será impactado pela tributação adicional.

Flávio Bolsonaro argumentou que a medida preserva o direito de autodefesa da população e evita prejuízos a policiais que utilizam clubes de tiro para treinamento. “Com o aumento da violência, o que resta para aqueles que cumprem os requisitos legais é ter uma arma em casa”, declarou o senador. Ele também destacou que a tributação poderia inviabilizar o acesso de agentes de segurança a treinos fundamentais para o desempenho de suas funções.

Eduardo Braga, responsável pela redação inicial do projeto, criticou duramente a exclusão das armas do imposto seletivo. O senador afirmou que a medida cria um benefício fiscal que não atinge as forças de segurança, já isentas de tributação, mas favorece interesses privados, incluindo milícias.

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“Polícias militares têm estandes próprios para treinamento. Clubes de tiro atendem milicianos, seguranças privados e outros grupos que não deveriam ser beneficiados com redução de impostos. O texto da Câmara, na prática, diminui a carga tributária para armas e munições, o que não é justificável”, defendeu Braga.

A decisão expôs divergências profundas entre os parlamentares. Enquanto os defensores da exclusão das armas do imposto seletivo comemoraram a decisão como um avanço para a segurança individual, críticos alertaram para o impacto negativo na arrecadação e o estímulo ao uso indiscriminado de armamentos.

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