Política

PGR pede condenação de deputados do PL por esquema de propina em emendas parlamentares

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão.
Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou a condenação de deputados federais do Partido Liberal (PL) denunciados por suposto desvio de recursos de emendas parlamentares. A denúncia foi apresentada nesta terça-feira (10/3) durante julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

O subprocurador-geral da República, Paulo Vasconcelos Jacobina, afirmou em sustentação oral que o esquema de cobrança de propina em municípios do Maranhão está “comprovado”.

“Com relação ao mérito dos fatos, estão devidamente comprovados. Entre 2019 e 2021, os acusados constituíram uma estrutura ordenada com divisão clara de tarefas voltada ao envio de emendas parlamentares a municípios com cobrança de propina de 25% dos valores repassados”, disse Jacobina.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Segundo a PGR, a atuação do grupo não se limitou à prefeitura de São José de Ribamar (MA). O esquema teria envolvido o aliciamento e a cobrança de propina de gestores municipais em diversas cidades, resultando em outros procedimentos investigativos ainda em andamento.

Com base nas investigações, a PGR pediu a condenação de três deputados e de João Batista Magalhães pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva. Outros réus respondem por corrupção passiva e por integrar a organização criminosa, incluindo Thalles Andrade Costa, Antônio José Silva Rocha, Adones Nunes Martins e Abraão Nunes Martins Neto.

Entre os deputados denunciados estão:

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO
  • Josimar Cunha Rodrigues (PL-MA), conhecido como Josimar Maranhãozinho;

  • Gildenemir de Lima Sousa (PL-MA), o Pastor Gil;

  • João Bosco da Costa (PL-SE), conhecido como Bosco Costa.

Segundo a denúncia, eles teriam exigido 25% de propina ao então prefeito de São José de Ribamar, José Eudes, para liberar R$ 6,67 milhões em recursos via emendas parlamentares — uma contrapartida de aproximadamente R$ 1,6 milhão.

O esquema teria sido liderado por Josimar Maranhãozinho, responsável pelo controle e destinação das emendas. As investigações tiveram início a partir de uma notícia-crime apresentada pelo ex-prefeito, que negou envolvimento nas negociações e relatou cobranças e intimidações pelo grupo investigado.

Após a sustentação da PGR, a defesa dos réus terá a palavra no julgamento.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

VEJA TAMBÉM

Destaques

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] A advogada Viviane...

Política

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]A assessoria do ministro...

Brasil

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O estado de saúde...

Brasil

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]Uma pesquisa eleitoral realizada...

© 2026 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile