Política

Flávio Bolsonaro discursa nos EUA e faz pedido à comunidade internacional; veja qual

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O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, afirmou neste sábado (28), durante discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), em Dallas, nos Estados Unidos, que não deseja interferência estrangeira nas eleições brasileiras, mas defendeu pressão internacional para o funcionamento das instituições.

“Não queremos interferência nas eleições brasileiras como a administração Biden fez para trazer Lula ao poder. Como eu disse: vou vencer porque é a vontade do meu povo”, declarou.

Durante a fala, o senador pediu que a comunidade internacional acompanhe o processo eleitoral no Brasil e disse acreditar na vitória caso a disputa seja “justa e livre”. O evento, considerado um dos maiores fóruns conservadores do mundo, ocorreu entre os dias 25 e 28 de março no Texas .

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Apresentado por Eduardo Bolsonaro, Flávio iniciou o discurso mencionando o pai, Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar. Ele comparou a situação do ex-presidente brasileiro à do ex-presidente dos EUA Donald Trump.

“A verdadeira razão é a mesma: o maior líder político do meu país está na prisão por defender nossos valores conservadores sem medo e por se opor ao sistema com tudo que tinha”, afirmou.

O senador também destacou ações do pai durante o governo, como o combate ao crime organizado e a defesa de valores conservadores. “Ele lutou contra interesses das elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, e acima de tudo, ele lutou pela liberdade”, disse.

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Flávio Bolsonaro ainda ressaltou o papel estratégico do Brasil no cenário internacional, mencionando recursos naturais e a importância do país no fornecimento de minerais críticos. “Sem esses componentes, a inovação tecnológica americana se torna impossível”, afirmou.

Ao criticar a política externa brasileira, o senador apontou aproximação com países como China e Venezuela, e mencionou um episódio envolvendo o cancelamento de visto de um assessor do governo americano que pretendia visitar seu pai. Segundo ele, o caso reflete a atual tensão nas relações entre Brasil e Estados Unidos.

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