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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou duramente a decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, na madrugada desta quinta-feira (4). O parlamentar afirmou que o argumento da magistrada sobre “misoginia” foi usado para justificar a absolvição de uma mulher que, segundo ele, foi cúmplice do assassinato do próprio filho.
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A declaração foi feita após a juíza justificar o perdão afirmando que Monique foi alvo de uma reação social “desproporcional e desmesurada”, marcada por preconceitos de gênero. Elizabeth também afirmou que Monique sofreu “misoginia declarada” ao longo do processo e disse: “Não posso me furtar a expressar meu pasmo diante da reação desproporcional e desmesurada da sociedade em geral, claramente discriminatória de gênero.”
“Foi usado a morte de uma criança para fazer palanque ideológico político” , disse o deputado.
Nikolas Ferreira também afirmou: “Vamos citar misoginia para poder passar pano para uma mulher que foi cúmplice do assassinato do filho dela.”
A decisão da juíza ocorreu durante o julgamento que condenou Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel. Monique recebeu perdão judicial, o que extinguiu sua pena.
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