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Saiba quem é o segurança suspeito de matar empresário em Interlagos

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Um dos principais suspeitos de envolvimento na morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos, é Leandro de Tallis Pinheiro, um segurança com formação em jiu-jitsu e diversas passagens pela polícia. Ele é investigado por participação no assassinato ocorrido dentro do Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, no início de junho.

Segundo informações da polícia, Leandro não é apenas um profissional da segurança privada: ele tem experiência com golpes de submissão típicos da arte marcial, como o mata-leão, o que levanta suspeitas de que sua habilidade possa ter sido usada na agressão fatal ao empresário. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou asfixia como causa da morte, com indícios de que Adalberto tenha sofrido escoriações no pescoço compatíveis com esse tipo de golpe.

Empresário morto em Interlagos: quem é o segurança suspeito?

(Divulgação)

Além do histórico em artes marciais, Leandro tem uma ficha criminal extensa, com passagens por furto, associação criminosa, ameaça e lesão corporal, o que, segundo investigadores, reforça o seu perfil como suspeito no caso.

Ocultação de nomes e suspeitas internas

As investigações também revelaram falhas e possíveis tentativas de acobertamento por parte da equipe de segurança do autódromo. Dois nomes de seguranças — entre eles o de Leandro — foram omitidos da lista oficial entregue pela empresa contratada para o evento no dia da morte do empresário. A polícia investiga se essa ocultação foi intencional e se os dois seguranças tinham posição de comando sobre os demais.

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Durante a operação policial desta sexta-feira (18), cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Foram recolhidos celulares, computadores e documentos que podem ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime.

Enterrado vivo?

O corpo de Adalberto foi encontrado em um buraco com cerca de três metros de profundidade e 70 centímetros de diâmetro, em uma área de obras no autódromo. Laudo pericial apontou a presença de terra nas vias aéreas da vítima, o que indica que ele pode ter sido enterrado ainda com vida. A dúvida agora é se a asfixia ocorreu antes ou após ele ser colocado no buraco.

Contradições no caso

A perícia ainda encontrou sangue humano no veículo do empresário, embora os vestígios sejam de data anterior à sua morte. Também foram realizados exames toxicológicos que não detectaram álcool nem drogas no corpo da vítima, contrariando o depoimento de Rafael Aliste, amigo de Adalberto, que havia afirmado que ambos consumiram cerveja e maconha naquela noite.

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Outra descoberta do laudo técnico foi a presença de PSA (Antígeno Prostático Específico), proteína indicativa de sêmen, na região genital do empresário. No entanto, o Instituto de Criminalística ressaltou que o achado não confirma, por si só, que houve ato sexual no local.

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