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Cerca de 19% dos médicos brasileiros que entraram no programa Mais Médicos desistiram de participar até o início do mês de maio. Dados do Ministério da Saúde apontam que 1.325 profissionais saíram do programa.
O número cresceu 25% em relação ao último balanço, que indicava que 1.052 saíram do Mais Médicos no primeiro trimestre do ano.
Após a saída de Cuba do programa, em novembro, um edital foi aberto para preencher as 8.517 vagas que foram deixadas. No total, 7.120 vagas foram preenchidas em seguida por médicos formados no Brasil.
Em um novo edital, publicado em dezembro, as 1.397 vagas remanescentes foram oferecidas a médicos brasileiros formados no exterior. O Ministério da Saúde alega que não há desistências nesse grupo: todos concluíram o módulo de acolhimento obrigatório e foram direcionados aos municípios escolhidos durante o edital.
Diversos municípios brasileiros convivem com a ausência de médicos nos serviços de saúde desde a saída dos profissionais cubanos. Na Grande São Paulo, por exemplo, 19 cidades somavam 106 vagas ociosas no último dia 8 por conta da saída dos cubanos.