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O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão desta quarta-feira (17) em forte valorização, renovando máximas históricas e testando pela primeira vez o patamar dos 146 mil pontos. O índice subiu 0,93%, fechando em 145.404,61 pontos, e atingiu 146.330,9 pontos no melhor momento da sessão. A mínima do dia foi de 143.910,14 pontos.
O desempenho positivo da bolsa brasileira refletiu a decisão do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, que cortou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, como esperado pelo mercado, e sinalizou novas reduções ainda este ano.
Enquanto isso, o dólar à vista fechou praticamente estável a R$ 5,3012, após tocar mínima de R$ 5,27, mantendo-se próximo da cotação mais baixa em 15 meses, na esteira da decisão do Fed.
Nos Estados Unidos, os principais índices tiveram desempenho misto: o S&P 500 caiu 0,10% (6.600,13 pontos), o Nasdaq recuou 0,33% (22.260,85 pontos) e o Dow Jones avançou 0,56% (46.012,75 pontos).
O mercado brasileiro também observou a “Superquarta”, dia em que Fed e o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciam decisões sobre juros. A decisão do Copom será divulgada após o fechamento do mercado, às 18h30, e economistas estimam que a Selic deve ser mantida em 15%, com atenção especial ao comunicado do comitê em um cenário de economia resiliente. Ontem, o IBGE apontou queda na taxa de desemprego, atingindo o menor nível da série histórica.
Entre as ações, os principais bancos do país apresentaram volatilidade. Os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) recuaram 0,1%, enquanto o Bradesco (BBDC3 e BBDC4) registrou alta de 2,81% e 3,06%, respectivamente. O Santander (SANB11) subiu 1,56%, e o Itaú (ITUB4) avançou 1,45%.
O movimento de valorização do Ibovespa marca o terceiro pregão consecutivo de alta e renovação de recordes históricos para a bolsa brasileira.