Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
Milhares de pessoas se reuniram neste domingo (21) no State Farm Stadium, em Glendale, Arizona, para o funeral do ativista conservador Charlie Kirk, assassinado em 10 de setembro enquanto discursava em uma universidade de Utah. O evento foi organizado pela Turning Point USA, organização fundada por Kirk, e reuniu apoiadores, líderes políticos e comentaristas conservadores dos Estados Unidos.
Mais de 200 mil pessoas participam do serviço fúnebre, entre elas um público lotando o estádio e outros milhares em uma arena ao lado ou do lado de fora, enfrentando o calor intenso. Alguns esperaram desde as 4h da manhã, enquanto outros precisaram estacionar longe e caminhar até o local. Muitos usavam roupas com as cores da bandeira dos EUA — vermelho, branco e azul — ou bonés com o slogan “Make America Great Again” (Hagamos grande de novo a Estados Unidos).
O presidente Donald Trump participou da cerimônia e afirmou que diria algumas palavras durante o evento, destacando que Kirk era uma “grande pessoa”. “Será um dia muito duro”, disse Trump ao sair da Casa Branca. Também estavam previstos discursos do vice-presidente J.D. Vance, da viúva de Kirk, Erika Kirk, que recentemente assumiu como CEO da Turning Point USA, e de outros líderes conservadores, como Donald Trump Jr. e Tucker Carlson.
Stacy Sheridan, diretora sênior de desenvolvimento da Turning Point USA, lembrou Kirk como chefe e amigo: “Sentiremos falta de suas palavras de sabedoria, de sua risada aguda — que era meio estranha — e de sua voz que sempre suavizava quando falava com Erika e seus filhos”, disse emocionada.
O evento contou ainda com apresentações musicais de artistas cristãos como Chris Tomlin, Brandon Lake, Phil Wickham, Kari Jobe e Cody Carnes. Entre os presentes, também foi visto o bilionário Elon Musk.
A segurança do funeral foi coordenada principalmente pelo Serviço Secreto, em parceria com agências estaduais e locais, recebendo a classificação de segurança mais alta do Departamento de Segurança Nacional (DHS), nível reservado a eventos de grande magnitude, como o Super Bowl. A avaliação de ameaças indicou que não há alertas críveis, embora extremistas pudessem considerar o evento um alvo devido à presença de autoridades e à cobertura midiática.
Charlie Kirk, de 31 anos, foi morto com um tiro no pescoço durante sua série de debates públicos. O assassino, um estudante de esquerda de 22 anos, foi preso após 33 horas de busca, e a promotoria solicitou a pena de morte. Segundo as autoridades, o agressor teria citado “ódio” como motivação, alegando ressentimento contra as posições de Kirk sobre pessoas transgênero, muçulmanos e outros grupos.
Kirk utilizou suas redes sociais, podcasts e aparições em universidades para influenciar jovens e apoiar a candidatura de Donald Trump, tornando-se uma figura de destaque no movimento conservador norte-americano.