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Em meio à escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, a Petrobras afirmou nesta segunda-feira (2) que não há risco imediato de interrupção nas importações ou exportações de petróleo. Segundo a estatal, suas operações permanecem seguras e com custos competitivos, graças a rotas alternativas fora da região de conflito.
“Os fluxos de importação da Petrobras são majoritariamente fora da região de crise, e as poucas rotas que existem podem ser redirecionadas”, declarou a empresa em nota oficial. A estratégia, segundo a estatal, garante segurança nas operações e preserva as margens de lucro.
Apesar da avaliação positiva da Petrobras, especialistas do setor de combustíveis alertam que a situação pode pressionar os preços domésticos nos próximos dias, diante da instabilidade internacional.
Nesta segunda-feira, o petróleo Brent chegou a registrar alta de 13% pela fmanhã e operava com valorização de mais de 6% às 16h25 (horário de Brasília). O movimento impulsiona também as ações da Petrobras, que é exportadora da commodity.
A forte alta do petróleo foi motivada pelos ataques retaliatórios do Irã, que resultaram no fechamento do Estreito de Ormuz, importante rota de transporte marítimo global. O governo iraniano ameaçou incendiar qualquer navio que tente atravessar a passagem, em resposta à morte do aiatolá Ali Khamenei em ataque de forças conjuntas dos EUA e Israel.
A estatal reforçou que, com suas rotas alternativas, está preparada para manter o fluxo de importação e exportação de petróleo, mesmo diante das tensões geopolíticas que afetam o mercado global.