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O regime iraniano enviou uma resposta à proposta de paz dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Oriente Médio, por meio de um mediador paquistanês. A informação foi divulgada pelas agências estatais IRNA e ISNA.
A resposta do Irã se concentra em “por fim à guerra e garantir a segurança marítima” no Golfo e no Estreito de Ormuz. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre o conteúdo da resposta.
O contexto da guerra
O conflito começou em 28 de fevereiro, após um ataque de Israel e Estados Unidos contra o Irã. Teerã respondeu com represálias em vários países e com o bloqueio do Estreito de Ormuz – por onde passa um quinto das exportações mundiais de petróleo e gás liquefeito.
A guerra já causou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e gerou o aumento dos preços da energia.
A taça (trégua) atual
Em 8 de abril, Irã e Estados Unidos pactuaram um cessar-fogo de duas semanas, prorrogado pelo presidente Donald Trump. As conversas são mediadas pelo Paquistão. Uma segunda reunião em Islamabad não ocorreu.
Ameaças e ataques recentes
O porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, afirmou na rede X que “a moderação do Irã terminou” e que qualquer ataque contra embarcações iranianas provocará uma “resposta forte e decisiva” contra navios e bases americanas.
Ataques com drones
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Catar: um navio mercante foi atacado por um drone (incêndio menor, sem vítimas)
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Kuwait: detectou vários drones hostis em seu espaço aéreo; forças armadas em estado de prontidão
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Emirados Árabes Unidos: sistemas de defesa aérea derrubaram dois drones lançados do Irã
Sanções e pedágio
Os EUA anunciaram novas sanções em 1º de maio e advertiram que haverá represálias contra navios que pagarem direitos de passagem ao Irã. O tráfego marítimo permanece limitado pelo bloqueio americano aos portos iranianos e pelas restrições impostas por Teerã.
O vice-presidente do Parlamento iraniano anunciou em 23 de abril que o país recebeu seus primeiros ingressos por direitos de passagem pelo Estreito de Ormuz.
Resolução na ONU
Estados Unidos e países do Golfo (liderados pelo Barein) solicitaram ao Conselho de Segurança da ONU uma resolução exigindo que o Irã permita a navegação no estreito. A Rússia expressou disposição para bloquear o texto.
















































