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🧡 Ver Ofertas na ShopeeDesde a entrada em vigor, em novembro de 2021, o Auxílio Brasil vem contribuindo de forma decisiva para o combate à fome e à pobreza no país, além de participar do processo de recuperação da economia dos municípios diante do cenário de pandemia da covid-19. Essas são algumas das conclusões de estudos divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Segundo um dos estudos no qual o site Poder 360 obteve acesso, as famílias em situação de extrema pobreza serão 4% do total no país até o fim de 2022. Os dados são de Erik Figueiredo, presidente do Ipea.
De acordo com o levantamento, eram 5,1% em 2019, antes da pandemia da covid-19.
A pesquisa do IPEA mostra como mecanismos criados pelo Governo Federal, entre eles o Auxílio Emergencial, em 2020, e o Auxílio Brasil, no fim de 2021, protegeram o Brasil num cenário de aumento de 16% da pobreza mundial.
Ainda conforme o veículo, o presidente do Ipea fez estimativas a partir do aumento no número de beneficiados do Auxílio Brasil em relação ao Bolsa Família, programa anterior, e do pagamento mínimo para R$ 400 no início deste ano. Foram incorporadas de janeiro a junho 4 milhões de famílias.
As famílias em situação de extrema pobreza serão 9,9% do total global em projeção do Banco Mundial que Figueiredo usa na pesquisa. Isso corresponderá a uma alta de 15% em relação a 2019, último ano antes da pandemia. Eram 8,6% de famílias em 2019 e serão 9,9% no fim deste ano. São pessoas com renda individual menor que US$ 1,90.
Conforme o estudo, as pessoas abaixo da linha da extrema pobreza no fim de 2022 em todo o mundo deverão ser 703 milhões. Seriam 588 milhões sem a pandemia. Portanto, haverá 115 milhões a mais em situação de grande vulnerabilidade em comparação com o cenário sem pandemia. Todos os números globais desde 2017 são projeções.
“Esses dados fornecem indícios fortes de que estamos saindo da armadilha da pobreza para a chamada rampa de ascensão social”, disse Erik Figueiredo no Twitter.