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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) criticou duramente neste sábado (16) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusando-o de provocar os Estados Unidos com o objetivo de transferir para sua família a responsabilidade por eventuais sanções contra o Brasil. A declaração foi feita durante um evento do PL em Natal (RN), que contou com a presença do presidente do partido, Valdemar Costa Neto.
“Não tem como levar a sério um líder de uma nação de mais de 213 milhões de habitantes ironizar e criticar uma potência como são os EUA, numa diplomacia nanica e irresponsável. [Lula] foi oferecer jabuticaba para o Trump e agora estamos colhendo abacaxis. Fica provocando para que a gente receba sanções para a culpa ficar na nossa família”, disse Michelle.
A ex-primeira-dama afirmou que sanções internacionais atingem países que estão “prestes a perder sua liberdade”, e avaliou que o Brasil ainda não se tornou uma ditadura graças à “resistência” da direita.
A fala de Michelle faz referência a um vídeo gravado em 13 de julho, nos jardins do Palácio da Alvorada, no qual Lula ironiza medidas tarifárias impostas pelos norte-americanos ao Brasil, comentando que teria oferecido jabuticaba ao então presidente dos EUA, Donald Trump.
Durante o discurso, Michelle intensificou as críticas ao petista, chamando-o de “pinguço”, “cachaceiro” e “irresponsável”. Ela também afirmou que votar no PT mais de uma vez é “burrice política”.
A ex-primeira-dama ainda lamentou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente em prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Meu marido gostaria de estar aqui. Não pode, por estar em prisão domiciliar, o que nos entristece muito. Eu falo que ele foi tirado da tomada. Ele gosta do contato com as pessoas, isso é a vida dele”, declarou.
Apesar da restrição judicial, Michelle garantiu que Bolsonaro voltará ao Palácio do Planalto em 2026. “Ele foi tirado da tomada, mas não derrotado”, disse, reforçando que a inelegibilidade de seu marido é fruto de uma perseguição política.
Ela também fez críticas ao Congresso Nacional, afirmando que deputados e senadores estão “enfraquecidos” e não demonstraram firmeza diante dos desafios recentes. “Se estamos passando por tudo isso é porque elegemos moleques, homens que não tinham compromisso com as famílias”, disparou, pedindo mais atenção dos eleitores nas próximas eleições parlamentares.