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O Consórcio Nordeste iniciou uma ofensiva junto ao governo federal para enfrentar os impactos das novas tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A medida afeta diretamente cadeias produtivas fundamentais da região, como fruticultura, apicultura, setor têxtil, calçadista, metalmecânico e a indústria automotiva.
Em articulação com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), os governadores buscam estratégias para reduzir os prejuízos econômicos e preservar empregos.
“O Nordeste não assistirá passivamente ao impacto dessas medidas”, declarou o governador do Piauí e presidente do Consórcio, Rafael Fonteles (PT). “Estamos somando forças com a ApexBrasil e o MDIC para garantir a proteção dos nossos empregos, das nossas empresas e da nossa capacidade produtiva.”
O Consórcio já iniciou um mapeamento técnico para estimar as perdas por estado e setor, e também busca alternativas para ampliar o acesso a novos mercados e fortalecer a presença internacional dos produtos nordestinos.
Uma agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está marcada para os dias 5 e 6 de agosto, em Brasília, quando os governadores do Nordeste apresentarão propostas conjuntas para mitigar os efeitos do tarifaço norte-americano.
“Defender a economia do Nordeste é defender o Brasil. E é com esse espírito que estamos somando forças”, reforçou Fonteles.