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Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30) pelo instituto BTG/Nexus mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições de 2026, ambos com 46% das intenções de voto. A opção branco, nulo ou nenhum soma 7%.
Em outros cenários simulados para o segundo turno, Lula aparece à frente de adversários com vantagem acima da margem de erro, estimada em dois pontos percentuais. Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o presidente registra 46% contra 40%. Já diante do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o placar é de 46% a 41%. Em uma disputa com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, Lula venceria por 46% a 36%.
Cenários de 1º turno
Nas simulações de primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro também aparecem próximos, dentro da margem de erro:
Cenário 1
- Lula: 41%
- Flávio Bolsonaro: 38%
- Romeu Zema: 4%
- Ronaldo Caiado: 4%
- Renan Santos: 2%
- Aldo Rebelo: 0%
Cenário 2
- Lula: 39%
- Flávio Bolsonaro: 39%
- Romeu Zema: 5%
- Eduardo Leite: 4%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 1%
- Branco/Nulo: 7%
- NS/NR: 2%
Cenário 3
- Lula: 42%
- Flávio Bolsonaro: 39%
- Romeu Zema: 6%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 1%
- Branco/Nulo: 6%
- NS/NR: 2%
Voto espontâneo, rejeição e avaliação
No chamado voto espontâneo, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, Lula lidera com 32%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 26%. O ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 2%, mesmo estando inelegível.
O levantamento também mediu rejeição e potencial de voto. Lula registra 49% de eleitores que afirmam não votar nele de jeito nenhum e 34% que dizem ser o único candidato em quem votariam. Flávio Bolsonaro aparece com 48% de rejeição e 27% de voto fiel.
Em relação ao governo, 51% dos entrevistados desaprovam a gestão de Lula, enquanto 45% aprovam e 4% não souberam responder. Na avaliação geral, 36% classificam o governo como péssimo, 21% como regular, 20% como bom, 15% como ótimo e 8% como ruim.
Metodologia
A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 27 e 29 de março, com 2.006 entrevistados em todo o país. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais.
