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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) agradeceu publicamente nesta quinta-feira (8) o apoio recebido do escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) para o segundo turno da eleição. Durante sua transmissão ao vivo semanal, Flávio afirmou que os dois conversaram por telefone e que Cury possui ideias “muito parecidas” com as suas. (Vídeo no final da matéria).
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“Uma pessoa que, inegavelmente, tem um coração muito grande, que estava ali também querendo dar publicidade, como candidato a presidente da República, nas suas ideias, que são ideias muito parecidas com as minhas”, declarou o senador. “Augusto Cury, obrigado pelo seu apoio e parabéns pela pessoa que você é. Porque a forma como você conversa sobre o seu apoio, a gente percebe que é de coração, é por ideais, é por propósitos.”
Termo de compromisso de 8 pontos
Para consolidar a aliança, Flávio assinou um termo de compromisso público apresentado por Cury contendo oito diretrizes, assegurando ter “100% de concordância” com as propostas. O documento abrange:
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Fim da reeleição presidencial;
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Revolução na educação e valorização dos professores;
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Transformação na saúde com o uso de telemedicina integrada ao SUS;
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Proteção integral às mulheres;
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Apoio ao cooperativismo;
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Amplo financiamento para milhões de microempresas;
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Revolução na agricultura, com a meta de dobrar a produção de alimentos em uma década;
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Pacificação nacional.
Ao abordar o último ponto, Flávio garantiu que não pretende guiar uma eventual gestão com base em revanchismos. “Não vou olhar pra trás, vou quebrar os retrovisores”, enfatizou. Sobre o fim da reeleição, reiterou o compromisso de governar por apenas um mandato, ponderando que a duração exata será definida pelo Congresso.
Posicionamento de Cury e independência
Em nota oficial, Augusto Cury ressaltou que a adesão não representa um “cheque em branco” e que preservará sua autonomia política. “Apoio não é submissão. Se concordar, direi que concordo. Se discordar, direi que discordar”, afirmou, acrescentando que manteve uma conversa “sem filtros e sem rodeios” com o candidato do PL e que não integrará uma eventual administração.
O escritor também justificou o afastamento da campanha do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT): “Não posso apoiar Lula. Não é pessoal, é por causa do projeto”, disse, pontuando oposição ao modelo econômico vigente e à reeleição.
Terceiro colocado no pleito do último domingo (4), Cury obteve 3.448.569 votos (2,89% dos válidos). Com o acréscimo de seu capital político, Flávio Bolsonaro — que terminou a primeira etapa com 47,03% dos votos contra 45,16% de Lula — soma apoios de peso de ex-concorrentes, como Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Clariana Barão (DC), visando a disputa decisiva marcada para 25 de outubro.
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