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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA 11 dias do segundo turno das eleições presidenciais, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) liderou um ato político com milhares de apoiadores vestidos de verde e amarelo nesta quarta-feira (14), no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico de Porto Alegre. Organizada pelo governador eleito do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), a mobilização serviu como demonstração de força da direita no Sul do país e reuniu governadores, prefeitos e parlamentares de diversos estados.
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Além do prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo, discursaram no palco lideranças como os governadores eleitos Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Sergio Moro (Paraná), o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, além de senadores e deputados.
Críticas à gestão federal e pautas regionais
Os discursos tiveram início por volta das 17h. As lideranças locais e regionais focaram os pronunciamentos nas pautas econômicas e estruturais do Rio Grande do Sul, criticando a condução do governo federal em temas como a recuperação do agronegócio, a renegociação da dívida do estado com a União e o ritmo de investimentos em infraestrutura viária e ferroviária.
Principal articulador do evento no estado, Luciano Zucco convocou a militância a intensificar a panfletagem e a busca por votos na reta final da disputa.
“Quero que cada um de vocês se mobilize para desmentir todas essas fake news que estão criando contra o Flávio. Vamos mostrar para o Brasil que o Lula é mentiroso”, declarou Zucco ao lado da esposa, Joyce Zucco.
‘Guerra aos traficantes’ e promessas na segurança pública
Com uma bandeira do Rio Grande do Sul nos ombros, Flávio Bolsonaro discursou por mais de dez minutos. O candidato do PL fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), citando a alta do endividamento das famílias, a carga tributária e os índices de violência.
O ponto central de sua fala foi a segurança pública. Flávio prometeu tolerância zero contra o crime organizado em parceria com os governadores aliados.
“Eu, junto com vocês, vou resgatar o Brasil da lama que o Lula enfiou o nosso país. A partir de janeiro do ano que vem, junto com o Zucco e todos os governadores, vou declarar guerra aos traficantes”, afirmou o candidato.
Aceno a opositores e apelo final à militância
Apesar do tom duro contra a atual gestão, o senador buscou fazer um aceno a eleitores indecisos e de oposição, afirmando que pretende governar sem distinção ideológica e garantindo o respeito às instituições.
“Eu vou governar para todo mundo, até para os petistas, porque eles verão que, com Bolsonaro, a democracia está garantida, os investimentos estão garantidos”, disse.
No encerramento do ato, Flávio pediu engajamento total dos militantes gaúchos até o dia da votação: “Não vou medir esforços para que, daqui a 11 dias, a gente comemore o fim da era Lula no Brasil”.
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