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Duas mulheres, de 23 e 34 anos, foram presas na noite de quarta-feira (1º) por suspeita de transportar 162 garrafas de uísque falsificadas em um veículo abordado pela Polícia Rodoviária na altura do km 310 da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Dobrada (SP).
Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Matão, as bebidas estavam sem documentação fiscal e possuíam rótulos desconhecidos no Brasil. Durante a vistoria, foram encontrados ainda 97 rótulos falsificados no interior do carro. O veículo e os produtos foram apreendidos, e as suspeitas foram encaminhadas à Cadeia de São Carlos (SP).
À polícia, as mulheres disseram que haviam comprado as bebidas em São Paulo e planejavam revendê-las em estabelecimentos comerciais e eventos em Jaboticabal (SP), onde residem.
Fiscalização em distribuidora de Ribeirão Preto
Na mesma data, a Polícia Civil de Ribeirão Preto e a Secretaria Municipal de Saúde realizaram uma fiscalização em uma distribuidora na zona Oeste da cidade após um morador de Barrinha (SP) ser atendido no Hospital das Clínicas com suspeita de intoxicação por metanol.
Segundo as investigações preliminares, o homem afirmou ter consumido uísque em um bar local e passado mal. A Vigilância Sanitária vistoriou a distribuidora e constatou que todas as bebidas estavam lacradas e com nota fiscal. O delegado Sebastião Vicente Piccinato destacou:
“Nada foi encontrado de ilícito, não é local de envasamento clandestino de qualquer tipo de bebida. As mercadorias estão todas com nota fiscal, e exemplares foram apreendidos para exame pericial.”
Desde o início dos casos de intoxicação por metanol em São Paulo, a Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto intensificou a fiscalização em estabelecimentos que vendem bebidas, especialmente por dose. De acordo com o secretário de Saúde, Mauricio Godinho:
“A ação de Vigilância Sanitária verifica nota fiscal do produto, identificação das garrafas e registros, seguindo todo o protocolo para avaliar suspeitas.”
Vinicius Iozzi, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) na região da Alta Mogiana, ressaltou a importância da procedência das bebidas:
“A palavra essencial neste momento é procedência. Precisamos saber de onde e de quem estamos comprando, especialmente diante de um problema de saúde pública.”