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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Hospital Israelita Albert Einstein informou ter sido vítima de um ataque cibernético que resultou na obtenção não autorizada de uma fração de sua base de dados de pacientes. Conforme a instituição, as informações acessadas englobam registros como nome, CPF e data de nascimento, podendo abranger dados sensíveis de saúde, a exemplo de prescrições médicas e resultados de exames.
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Em nota oficial, o hospital pontuou que “parte relevante desse volume corresponde a documentos avulsos, muitos deles sem possibilidade de identificação”. Os pacientes afetados por este incidente de segurança estão sendo notificados individualmente por meio de e-mail.
Investigação e Operação Insidioso da Polícia Federal
O caso é investigado pela Polícia Federal (PF) como uma investida de ransomware — software malicioso utilizado para sequestrar dados e exigir resgates sob a ameaça de bloqueio ou vazamento. Após dois meses de apuração conduzida pela Diretoria de Repressão a Crimes Cibernéticos (DCiber), os investigadores rastrearam indícios que apontaram para suspeitos em Santa Catarina.
Nesta quarta-feira (7), a PF deflagrou a Operação Insidioso, cumprindo um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária na cidade de Joinville (SC). Segundo a investigação, de posse das informações confidenciais, os criminosos tentaram extorquir o hospital exigindo pagamento. O alvo das medidas judiciais teria atuado como facilitador para a extração do material pelo grupo criminoso.
Ações de contenção e normalidade operacional
O Einstein garantiu que, até o momento, não foram encontradas evidências de que os dados exfiltrados tenham sido efetivamente publicados ou comercializados de maneira imprópria. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e as autoridades policiais foram formalmente comunicadas sobre o episódio.
“Diante de uma suspeita de incidente, em 4 de agosto, foram adotadas imediatamente medidas técnicas e operacionais para confirmar o acesso não autorizado e garantir que a assistência prestada aos pacientes, a segurança dos atendimentos e a continuidade das operações não tivessem qualquer impacto. As plataformas do Einstein e os sistemas de prontuário eletrônico também continuaram operando normalmente”, destacou a instituição em comunicado.
O hospital informou ainda que estruturou canais de atendimento específicos para esclarecer dúvidas dos titulares cujos dados foram acessados. “O tema está sendo tratado com a máxima prioridade, tendo como principal preocupação o apoio aos pacientes afetados e a revisão contínua dos mecanismos de proteção de dados e de segurança da informação”, concluiu a nota.



































































