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A vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, desenvolvida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ultrapassou a Coronavac, do Instituto Butantan (IB) e se tornou o imunizante mais utilizado do Brasil.
Por mais de cinco meses, o imunizante ficou na liderança das aplicações, mas veio perdendo espaço ao longo desse período. Em março, a cada 100 doses entregues ao Ministério da Saúde, 83 eram CoronaVac. No começo de maio, a participação da vacina nas doses administradas caiu para 74,1% e, no início de junho, para 59,1%.
Até o mês passado, foram entregues ao Programa Nacional de Imunização (PNI) 52,2 milhões de doses da CoronaVac, 70,8 milhões de doses de Oxford-AstraZeneca, 16,3 milhões da Pfizer-BioNTech e 4,8 milhões da Janssen.
A vacina da Janssen equivale a 1%. O 1º lote desta chegou ao Brasil há 10 dias, em 22 de junho.