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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Catar, um importante ator nos esforços para libertar os reféns sequestrados pelo Hamas em Israel, acredita que eles poderão ser libertados “muito em breve” graças às negociações em andamento, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar ao jornal alemão Welt no sábado.
A mediação de Doha desempenhou um papel fundamental na libertação, na noite de sexta-feira, de dois reféns americanos detidos desde o ataque do grupo militante palestino a Israel, em 7 de outubro, e o Estado do Golfo acrescentou que estava mantendo conversas com Israel e o Hamas.
“Não posso prometer que isso acontecerá hoje, amanhã ou depois de amanhã. Mas estamos seguindo um caminho que levará muito em breve à libertação dos reféns, especialmente dos civis”, declarou Majed Al-Ansari. “Estamos atualmente trabalhando em um acordo segundo o qual todos os reféns civis serão libertados inicialmente”, acrescentou.
O papel do Catar como mediador surpreendeu a comunidade internacional. A libertação dos dois norte-americanos e esses novos anúncios se tornaram uma demonstração de poder de negociação até então desconhecido.
Al-Ansari afirmou: “A libertação dos dois cidadãos americanos mostrou a nós e aos nossos parceiros que os esforços feitos nos últimos dias são viáveis e devem continuar”.
Israel afirma que 210 pessoas – israelenses, com dupla cidadania e estrangeiros – foram raptadas por homens armados do Hamas quando estes lançaram os ataques mais mortais nos 75 anos de história de Israel. Pelo menos 1.400 pessoas foram mortas, a maioria civis, segundo o governo.
Israel respondeu com uma implacável campanha de bombardeios contra a Faixa de Gaza que deixou pelo menos 4.385 mortos, a maioria civis, segundo a administração do Hamas.
As duas mulheres foram sequestradas pelo Hamas enquanto visitavam o kibutz Nahal Oz, no sul de Israel, e foram as primeiras libertações de reféns confirmadas por ambos os lados.
Os reféns identificados como Judith Tai Raanan e sua filha Natalie Shoshana Raanan chegaram em segurança a Israel, anunciou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na noite de sexta-feira.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país do Golfo, que abriga o gabinete político do Hamas, observou que a libertação ocorreu “após vários dias de comunicação contínua entre todas as partes envolvidas”.
Esta é a primeira libertação de reféns. O Hamas assegurou que está trabalhando “com todos os mediadores envolvidos para implementar a decisão do movimento de encerrar o caso civil [de reféns], se as condições de segurança adequadas o permitirem”.
O exército israelense afirmou algumas horas antes que a maioria dos reféns ainda estava viva e que mais de 20 eram menores.
“Nossos compatriotas viveram uma experiência terrível nestes últimos 14 dias e estou muito feliz que em breve eles se reunirão com suas famílias”, reagiu Biden.
Com informações da AFP e Europa Press
