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Os analistas do UBS BB fizeram um duplo rebaixamento para as ações PN da estatal, de compra para venda, em relatório chamado “a fênix de volta para o seu ninho”, em um relatório divulgado na segunda-feira (21).
“A fênix volta para o seu ninho”. O alarde veio de um comunicado de analistas do UBS, que rebaixou pela metade o preço-alvo das ações da Petrobras (de 47 reais para 22 reais) nesta terça-feira, 22. A recomendação do banco para investidores saiu de “compra” para “venda” dos papéis da petroleira de capital misto. O nefasto alerta tem como principal razão a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente da República e a nuvem carregada que paira sobre o futuro da companhia.
Os analistas argumentaram que começaram a cobertura de Petrobras com uma visão positiva em 2016, mantida na maior parte desde então, na esteira de fatores como uma mudança de dívida para patrimônio a partir de melhora operacional de caixa livre e desinvestimentos, além de pagamentos significativos de dividendos e re-rating potencialmente positivo.
“Seis anos se passaram e agora acreditamos que essas fases estão em caminho de reversão, com os próximos anos parecendo mais sombrios do que os picos que a Petrobras atingiu”, disseram Luiz Carvalho e equipe.
As recomendações do banco derrubaram as ações da Petrobrás.
As ações da Petrobras (PETR4)-2,72% registraram queda de 2,93% às 15h51 desta terça-feira (22), cotadas a R$ 22,83. A PETR3 registrou queda de 2,44% às 15h52, negociada a R$ 26,36.
A perda é uma das maiores da Ibovespa, e ocorre mesmo em meio a uma recuperação dos preços do petróleo do exterior, que ampliaram a margem de lucro da petroleira brasileira dada sua política de preços.
