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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (27) que a bandeira tarifária verde continuará vigente em janeiro de 2024, sem acréscimos nas contas de energia da população. A medida reflete as condições favoráveis para a produção de energia elétrica no Brasil.
A decisão se baseia no aumento da geração de energia das usinas hidrelétricas, impulsionado pela chegada do período chuvoso, que favoreceu os níveis dos reservatórios. Com isso, houve a redução da dependência de fontes de energia mais caras, como as usinas termelétricas, como explicou a Aneel.
Além disso, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que os reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) alcançaram 50% de armazenamento nesta sexta-feira, o que também contribuiu para a manutenção da bandeira verde.
O que são as bandeiras tarifárias?
- Bandeira verde: Indica condições favoráveis de geração, com bons níveis de água nos reservatórios e pouca necessidade de usinas termelétricas. Não há acréscimo na tarifa.
- Bandeira amarela: Aponta condições menos favoráveis, com chuvas abaixo da média, e a necessidade de economizar energia para evitar custos mais altos. A tarifa tem acréscimo de R$ 1,885 por quilowatt-hora (kWh) consumido.
- Bandeira vermelha – Patamar 1: Representa condições de geração mais custosas, com baixos níveis de água nos reservatórios, exigindo o uso de fontes caras como as termelétricas. A tarifa sobe R$ 4,463 por kWh.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: Indica situação ainda mais crítica, com níveis de água extremamente baixos e o uso intensivo de usinas termelétricas. A tarifa sofre acréscimo de R$ 7,877 por kWh.
Com a continuidade da bandeira verde, os consumidores podem contar com um alívio nas contas de energia no início de 2025.