Economia

Plano Safra 2025: Para controlar preços, governo pode oferecer juros mais baixos para arroz, feijão e hortifrúti

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

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O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou que o governo está considerando a possibilidade de incentivar produtos agrícolas específicos por meio de taxas de juros mais baixas no Plano Safra 2025. Em uma declaração nesta quarta-feira, Fávaro ressaltou que, devido à alta taxa Selic, não será possível oferecer taxas de juros muito atrativas para todo o Plano Safra. No entanto, culturas como arroz, feijão e hortifrúti poderão receber mais estímulo, incentivando os produtores a focarem nesses itens e auxiliando no controle da inflação.

O ministro destacou que taxas diferenciadas por cultivo já estão presentes no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e que há estudos iniciais para implementação de algo similar no Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Fávaro discutiu essas medidas após encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“Já que não vamos ter um orçamento que pode ter taxas de juros muito atrativas para todo o Plano Safra, em virtude da Selic tão alta, vamos ver o que que é importante: arroz, feijão, hortifruti. Ser mais estimulado para o produtor fale assim: ‘olha, ao invés de plantar isso, plantar aquilo, o que vai ter mais estímulo eu vou produzir mais.’ E isso ajuda a conter a inflação”, disse.

“Nós vamos estudar como poderia fazer isso também para o Pronamp [Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural]. Mas é incipiente, estamos começando a estudar”, declarou Fávaro.

Com a Selic em tendência de alta — projetada para 13,25% —, o desafio é subsidiar a produção agrícola a juros menores. Fávaro também sugeriu um aumento na utilização de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) para financiar a produção, além de captar recursos via leilões internacionais, em parceria com boas práticas ambientais.

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Outro ponto mencionado foi a possibilidade de redução das taxas de importação para estabilizar os preços de alguns produtos alimentícios, desde que não interfira na produção interna. O ministro frisou que o governo evitará medidas ‘pirotécnicas’, priorizando ações pontuais.

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