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O dólar encerrou a quarta-feira (19) com a sétima sessão consecutiva de baixa ante o real, atingindo a menor cotação em cinco meses. O movimento reflete a desvalorização global da moeda norte-americana após a decisão do Federal Reserve (Fed) sobre os juros nos Estados Unidos.
O banco central norte-americano optou por manter a taxa básica de juros entre 4,25% e 4,50% ao ano, dentro do esperado pelo mercado. No entanto, autoridades da instituição indicaram previsão de redução de 0,50 ponto percentual até o final de 2025, refletindo uma desaceleração no crescimento econômico e a perspectiva de queda da inflação nos EUA.
No chamado gráfico de pontos, nove dirigentes do Fed projetam a taxa de juros entre 3,75% e 4% no final de 2025, reforçando a expectativa de um ciclo de corte gradual nos próximos meses.
Enquanto isso, no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu após o fechamento do mercado para definir a nova taxa básica de juros. A expectativa é de um aumento de 1 ponto percentual, levando a Selic a 14,25% ao ano. Esse ajuste é visto como a última alta já prevista pelo Banco Central antes da posse de Gabriel Galípolo na presidência da instituição.
