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🧡 Ver Ofertas na ShopeeAlta real de 8,25% em relação a agosto de 2025 representa o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1995; no acumulado do ano, a arrecadação chegou a R$ 2,112 trilhões, também o maior valor já registrado para o período.
A arrecadação federal de impostos somou R$ 235,6 bilhões em agosto de 2026, uma alta real (descontada a inflação) de 8,25% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal. O valor representa o melhor resultado para o mês de agosto em toda a série histórica, iniciada em 1995.
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Considerando apenas as receitas administradas pelo Fisco, a arrecadação foi de R$ 227,9 bilhões em agosto, um aumento real de 7,10%, enquanto as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 7,654 bilhões, alta real de 42,92% — impulsionada pelo pagamento atípico de R$ 1,944 bilhão no mês passado.
Acumulado do ano
No período acumulado de janeiro a agosto de 2026, a arrecadação alcançou R$ 2,112 trilhões, representando um acréscimo real de 7,12% em relação ao mesmo período de 2025. O montante também é o maior para o período desde 1995.
Desse total, R$ 2,02 trilhões correspondem a receitas administradas pela Receita Federal (+7,10%), enquanto R$ 93 bilhões vieram de outros órgãos (+7,44%).
Desempenho por tributo
Os principais tributos apresentaram os seguintes resultados em agosto:
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IRPJ e CSLL: R$ 34,104 bilhões, crescimento real de 13,09% na comparação anual.
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Receita previdenciária: R$ 63 bilhões, alta real de 4,30%.
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IRRF – Rendimentos do Capital: R$ 12,723 bilhões, com crescimento real de 23,27%.
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Imposto de Importação e IPI vinculado: R$ 11,8 bilhões, alta real de 22,66%, influenciada pelo aumento de 8,48% no valor em dólar das importações.
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IPI não vinculado à importação: R$ 5,8 bilhões, alta real de 32,42%.
Entre os fatores que explicam o desempenho, a Receita Federal citou o comportamento dos principais indicadores econômicos, o crescimento do faturamento das empresas que recolhem por estimativa mensal, o aumento real da massa salarial e a redução da desoneração da folha, além do IRRF-Rendimentos do Capital, impulsionado por rendimentos mais elevados de títulos de renda fixa e pela tributação de dividendos.
Comparação com julho
Na comparação com julho de 2026, quando a arrecadação somou R$ 289,3 bilhões, o resultado de agosto apresentou queda nominal de 18,59% e recuo real de 18,33%. A Receita Federal ressalta que a comparação entre meses pode ser afetada por fatores sazonais e pelo calendário de recolhimento dos tributos.



































































