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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou nesta quarta-feira (7) o leilão de 13 blocos exploratórios de petróleo e gás natural localizados na região do pré-sal, nas bacias de Campos e Santos. Ao todo, sete áreas foram arrematadas por três empresas e dois consórcios, gerando um total de R$ 530,5 milhões em bônus de assinatura.
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O certame integrou o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção. Nas áreas leiloadas sob esse regime, o governo e as empresas dividem a produção excedente após a recuperação dos custos de exploração, vencendo a disputa quem oferece a maior participação à União. O direito de exploração não garante, contudo, a existência de reservas comerciais, ficando as companhias responsáveis pelo risco financeiro da atividade.
Vencedores e blocos negociados
Nesta edição, não houve concorrência direta entre os licitantes, já que cada um dos blocos arrematados recebeu apenas uma proposta única. As empresas e consórcios que fecharam negócios foram:
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Petrobras: responsável pelos arremates dos blocos Azurita (Bacia de Campos) e Cruzeiro do Sul (Bacia de Santos).
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Prio Forte: adquiriu os blocos Magnetita e Hematita, ambos na Bacia de Campos.
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Equinor Brasil: arrematou o bloco Rubi (Bacia de Santos).
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Consórcio CNOOC Petroleum e Sinopec: levou o bloco Jade (Bacia de Santos).
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Consórcio Equinor Brasil e Galp Energia Brasil: ficou com o bloco Rodocrosita (Bacia de Santos).
Outros seis blocos ofertados na mesma sessão (Turmalina e Larimar, na Bacia de Campos; e Aragonita, Opala, Granada e Cerussita, na Bacia de Santos) não receberam propostas. Além disso, o edital previa outros dez blocos que acabaram não sendo oferecidos na sessão de quarta-feira.
Próximos passos e novas rodadas
A Oferta Permanente da ANP é um modelo no qual áreas exploratórias ficam continuamente disponíveis, sendo agendados leilões sempre que há manifestação formal de interesse e apresentação de garantias por parte das empresas.
Para a tarde desta quarta-feira, a partir das 14h, a ANP programou uma segunda sessão pública, voltada desta vez ao regime de concessão. Nela, serão ofertados 22 setores de blocos exploratórios e duas áreas com acumulações marginais, modelo em que as companhias assumem os riscos e efetuam pagamentos de royalties e bônus de assinatura caso encontrem hidrocarbonetos viáveis.




































































