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A disputa judicial entre os irmãos e sócios Emicida e Evandro Fióti ganhou um novo capítulo com a manifestação pública de sua mãe, Dona Jacira. Através de suas redes sociais, ela expressou seu apoio a Fióti em meio às acusações de desvio de R$ 6 milhões da LAB Fantasma, empresa fundada por ambos. (Publicação no final da matéria).
Em uma publicação, acompanhada de um carrossel de fotos da família, Dona Jacira escreveu um longo texto no qual declara seu apoio incondicional ao filho mais novo. A mensagem, que rapidamente viralizou, traz a forte declaração: “Fióti, sua dor é nossa dor”.
Na íntegra, Dona Jacira desabafou: “Sem chance de defesa, fizeram-no réu. As hienas que nos rondam, querem nossa queda. Mas não conseguirão. Falo em nome das mulheres que estão à frente da LAB desde quando ninguém via possibilidade. Fióti, sua dor é nossa dor. Quando a injustiça se instala, com todo respeito ao jurídico, as mediações de conflitos e estratégias para restabelecer a ordem são muito importantes, porém eu, Dona Jacira, digo que a maldição lançada em forma de calúnia deve ser retirada pela boca de quem a lançou, antes que seja tarde”.
O rompimento profissional entre Emicida e Fióti foi anunciado em março deste ano, quando o rapper comunicou que o irmão não representava mais seus interesses artísticos e que estava fora da gestão da Laboratório Fantasma. A notícia surpreendeu o meio musical, dada a longa e bem-sucedida parceria entre os dois, que fundaram a empresa em 2009.
Segundo informações divulgadas pela coluna de Monica Bergamo e pelo portal Leo Dias, a separação teria sido motivada por acusações de Emicida de que Fióti teria desviado R$ 6 milhões da empresa.
Em contrapartida, Fióti tem negado veementemente as alegações. Em nota oficial divulgada na última terça-feira (01), o empresário afirmou: “Nunca desviei qualquer valor da LAB Fantasma ou de empresas do grupo. Todas as movimentações foram registradas e realizadas dentro dos procedimentos financeiros estabelecidos”.
Fióti também ressaltou que a administração da empresa sempre foi compartilhada, conforme um acordo formal assinado em dezembro de 2024, que previa a divisão igualitária de responsabilidades e ativos. Ele argumenta que os valores mencionados foram sacados de forma legítima e que o próprio Emicida teria recebido quantias ainda maiores dentro dos acordos firmados. “A acusação de ‘desvio’ é falsa e inverte os fatos. O próprio processo judicial contém documentos que comprovam que Emicida recebeu valores superiores, incluindo distribuições de lucros acordadas entre as partes”, pontuou.
O empresário classificou a divulgação de informações distorcidas sobre o caso como “grave” e prometeu tomar as medidas legais cabíveis para se proteger.
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