Esportes

Mbappé desabafa sobre o peso de ser uma estrela mundial

(Kylian Mbappé/Instagram)

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O atacante Kylian Mbappé, do Real Madrid e da seleção francesa, concedeu uma entrevista à Vanity Fair (antes da lesão e das polêmicas recentes) onde falou sobre a pressão de ser uma estrela mundial, o peso das críticas e o racismo no futebol. O jogador de 27 anos está no centro das atenções após não ter jogado o clássico contra o Barcelona e ter sido visto em um iate na Itália durante a recuperação.

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Sobre o peso da fama

Mbappé afirmou que a fama o pegou muito jovem (aos 16 anos, quando foi campeão francês pelo Monaco). “Não sempre soube lidar bem com essa situação. Me tornei famoso muito jovem. Por isso não tinha maturidade, nem abertura mental nem empatia necessárias para às vezes me colocar no lugar dos outros.”

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“Já não pertences a ti mesmo, pertences a todo mundo. Mas é uma vida que escolhemos!”, completou.

“Às vezes as pessoas passam dos limites”

O atacante disse que tenta ser mais compreensivo, mas reconhece os excessos: “Agora tento ser um pouco mais compreensivo, embora às vezes as pessoas passem dos limites.”

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Sobre o racismo

Mbappé relembrou que, após errar o pênalti decisivo na Eurocopa de 2021, recebeu uma enxurrada de insultos racistas que o fizeram pensar em abandonar a seleção francesa. Ele descreveu uma dinâmica conhecida no futebol francês: quando ganham, os jogadores de origem diversa são heróis; quando perdem, têm sua identidade questionada.

“Somos franceses! Aos franceses adora reclamar. Aos franceses adora estar insatisfeito. Acredito que um francês é mais feliz quando não é feliz. E digo nós porque eu também sou assim!”, afirmou.

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Sobre a final de 2022 contra a Argentina

Mbappé marcou um hat-trick na final da Copa do Mundo de 2022, que a França perdeu para a Argentina nos pênaltis. “Temos que seguir em frente. Não se pode voltar atrás. Temos que aproveitar essa decepção e transformá-la em motivação para mudar de verdade o curso da história.”

Sobre as expectativas

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“É difícil estar em uma situação como a nossa, em que todo mundo espera que façamos milagres. Mas os milagres só acontecem em campo; não precisa jogar a partida antes da partida.”

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