Justiça

André do Rap é chefe do PCC no Paraguai, revela jornal

De acordo com informações divulgadas pelo jornal “ABC en el Este” o narcotraficante André Oliveira Machado, popularmente conhecido como André do Rap,  está atuando como líder da facção criminosa PCC, no Paraguai. Ainda segundo o veículo, o criminoso atua no departamento da Amambay, cuja capital é a cidade de Pedro Juan Caballero.
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Na publicação, André do Rap já possui estruturas do PCC e agora também tem total controle sobre o departamento de Amambay.

O jornal alega que a meta do foragido é reestabelecer o tráfico de drogas, como cocaína e maconha, na região, de armas e munições. “Com o controle de Amambay, ele poderia articular e ampliar os negócios do PCC na região”, destacou Juan Martins, professor e pesquisador da Universidade Nacional de Pilar/Conacyt, no Paraguai. 

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O professor explica que o controle do território é muito importante por várias razões “Um deles é porque Amambay é a principal zona de produção de maconha no país, cerca de 80% da droga é cultivada nesse departamento”, informou.

“Além disso, é uma região com várias ‘cidades-gêmeas’ entre o Paraguai e do Brasil, onde o controle dos dois países é praticamente inexistente. Também é uma das principais rotas de acesso ao Brasil. O terceiro motivo é que é uma das principais regiões que concentra pistas de aterrizagem de aviões que transportam cocaína andina para entrar no Brasil.”

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Além disso, André do Rap possui a missão de apaziguar a relação tensa entre o Brasil e o Paraguai, pois,  diversos conflitos entre narcotraficantes da região geraram muitas perdas para a organização. “Os conflitos foram diminuindo a medida que o PCC adquiriu poder. De fato, este anos, diminuíram os registros de homicídios e a presença de André do Rap poderia ter impactos sobre a redução dos conflitos na região”, revelou Martins.

O narcotraficante está condenado a cumprir 27 anos de prisão, porém, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Melo, deu aval para que ele fosse liberado da prisão no dia 10 de outubro..

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Algumas horas depois da ordem de soltura o presidente do STF, Luiz Fux rejeitou o habeas corpus e então o líder do PCC voltou a ser foragido da Justiça. Após a rejeição da ordem de Marco Aurélio, a Polícia Civil de São Paulo montou uma força-tarefa para recapturá-lo.

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