Justiça

Barroso garante que ativismo do STF é ‘raríssimo’: ‘É preciso não confundir judicialização ampla com ativismo’

Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão.
Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta quarta-feira (22) que a Suprema Corte tem amplo protagonismo na vida brasileira, mas que o ativismo judicial de ministros do Supremo é raro.

“É preciso não confundir judicialização ampla com ativismo, que é raríssimo. São poucas as decisões que são ativistas do STF”, disse Barroso durante evento com empreendedores e profissionais do mercado financeiro.

Em sua fala, o presidente do STF ressaltou o que considera as causas do destaque que as decisões do ministros têm na opinião pública. Para ele, a Constituição Federal cuida das atribuições de poderes, dos direitos e também, de diversos sistemas como, tributação, previdência e outros.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Barrros disse que também considera que o Judiciário brasileiro permite ajuizamento de matérias direto no STF e por diversas pessoas e instituições.

“De modo que o interesse tem que ser muito ‘chinfrim’ para não chegar ao Supremo”, afirmou.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

VEJA TAMBÉM

Brasil

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O ex-banqueiro Daniel Vorcaro,...

Brasil

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] Levantamento divulgado nesta...

Ciência e Tecnologia

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O avanço da inteligência...

Brasil

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O banqueiro Daniel Vorcaro,...

© 2026 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile