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O líder de uma milícia que atua na detenção de imigrantes ilegais no estado do Novo México (EUA), vangloriou-se de seus subordinados terem sido treinados para assassinar o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton em 2017. A informação foi dada por um agente do FBI nesta segunda-feira (22), e consta em documentos judiciais.
Larry Hopkins, líder do grupo armado Patriotas Constitucionais Unidos (UCP), cujos membros camuflados afirmam ter ajudado as autoridades americanas a prenderem cerca de 5.600 imigrantes no deserto do Novo México nos últimos 60 dias, foi preso no sábado (20), graças a uma acusação de porte ilegal de armas.
Em documentos apresentados nesta segunda-feira, o FBI disse que, quando investigava alegações de “atividades extremistas milícias”, em 2017, testemunhas acusaram Hopkins de dizer que o planejava assassinar Obama, a ex-candidata presidencial democrata, Hillary Clinton, além do financista George Soros.
O UCP diz que sua presença na região de divisa dos Estados Unidos com o México tem o objetivo de ajudar no patrulhamento da fronteira entre os países, que estaria sobrecarregada por números recordes de famílias centro-americanas que procuram refúgio no país norte-americano.